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Mãe de Brianna Ghey pede a Starmer proibir redes sociais para menores de 16

Mãe de Brianna Ghey pede banimento de redes sociais para menores de 16 anos, dizendo que conteúdo online agravou transtornos alimentares e autolesões da filha, em meio ao debate

Brianna Ghey smiling.
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  • Esther Ghey, mãe de Brianna Ghey, pediu a Keir Starmer a proibição de redes sociais para menores de 16 anos, antes de uma votação importante no Parlamento.
  • Ela afirmou que transtornos alimentares e automutilação da filha foram agravados por conteúdo online, incluindo influenciadores do TikTok.
  • Os pais enlutados apoiam emenda do conservador John Nash, que propõe banir o uso de redes sociais para menores de 16 anos dentro de um ano após a aprovação do projeto de bem-estar infantil e escolas; a ideia tem apoio de membros de outros partidos.
  • Brianna foi assassinada em 2023, em Warrington, Cheshire, por dois adolescentes; a mãe relatou que Brianna se tornou obcecada por redes sociais antes da morte.
  • O governo deve divulgar nesta semana uma consulta sobre segurança online, com várias opções, incluindo o banimento, mas ainda não está claro como votariam os deputados do governo.

A mãe de Brianna Ghey, a adolescente assassinada em 2023, pediu a Keir Starmer que imponha o banimento das redes sociais para menores de 16 anos. A declaração acontece em meio a pressão sobre o governo antes de uma possível votação.

Esther Ghey explicou que a relação de Brianna com conteúdos de redes sociais, especialmente influenciadores do TikTok, contribuiu para problemas como transtorno alimentar e automutilação. Ela relata dificuldade em monitorar o uso do celular pela filha.

A mãe integra um grupo de pais enlutados que apoia uma emenda no bem-estar infantil e no projeto de escolas, defendida por um visível conjunto de pares conservadores e de outras bancadas, para proibir o uso de redes por menores de 16 anos dentro de um ano após a aprovação.

A emenda, apresentada pelo peer John Nash, propõe restringir o acesso a redes sociais a menores de 16, com apoio de coautoria de representantes de diferentes partidos, inclusive do Labour. Ainda não houve resposta oficial do governo sobre a viabilidade da medida.

Os apoiadores argumentam que a restrição pode impedir a exposição a conteúdos nocivos e reduzir riscos de saúde mental entre adolescentes. Estima-se que dezenas de deputados tenham endossado a ideia de Starmer apoiar a proposta.

O governo deve divulgar uma consulta sobre opções para aumentar a segurança online das crianças ainda nesta semana. Entre as possibilidades, a partir de restrições de uso, permanece em debate se a medida é suficiente para uma aprovação ampla.

O caso de Brianna ocorreu em Warrington, Cheshire, em meio a uma violência brutal motivada em parte pela identidade de gênero da vítima. Autoridades relataram que Brianna havia se aproximado de grupos online que promoviam conteúdos prejudiciais.

A premiê em exercício tem afirmado que políticas para proteção infantil são prioritárias e que não há opções descartadas. Em recente pronunciamento, o governo mencionou a experiência australiana, onde houve implementação de medidas semelhantes.

Contexto político

  • Elemento: debate sobre banir redes para menores
  • IMPORTANTE: manter foco em fatos e propostas, sem opiniões

A discussão envolve pressão de membros do Labour e de outros partidos, além de familiares de vítimas, que defendem ações mais restritivas para evitar danos semelhantes. As próximas semanas devem esclarecer a viabilidade legislativa da medida.

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