- O prefeito de Camboriú, Leonel Pavan, criticou a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado em Santa Catarina, chamando a operação de “loucura” e dizendo que o estado está virando um “balcão de negócios”.
- Carlos Bolsonaro renunciou ao cargo de vereador no Rio de Janeiro em dezembro para disputar uma das vagas reservadas aos catarinenses em 2026.
- Outros prefeitos de Santa Catarina também veem a transferência de domicílio eleitoral para São José como oportunismo.
- A candidatura evidenciou tensões dentro da base bolsonarista em SC, com relatos de um acordo entre Caroline De Toni e Esperidião Amin que enfrentou resistência do governador Jorginho Mello.
- Levantamento recente apontou Carlos liderando projeções entre os candidatos avaliados, enquanto Amin e De Toni disputavam a vice-liderança; Décio Lima (PT) aparece como o mais competitivo à esquerda.
O prefeito de Camboriú, em Santa Catarina, criticou a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado. Carlos renunciou ao cargo de vereador no Rio de Janeiro em dezembro para concorrer a uma vaga reservada aos catarinenses em 2026. A mudança de domicílio ocorre pouco antes das convenções.
Segundo Leonel Pavan, a operação é considerada uma loucura e sugere que Santa Catarina está sendo usado como balcão de negócios eleitorais. Ele foi vice-governador entre 2007 e 2010 e já atuou como chefe do Executivo estadual por convite. O foco do comentário foi divulgado pelo portal Catarina Notícias.
Pavan afirmou ainda que a decisão é de responsabilidade do PL e ponderou sobre a polarização política, chamando-a de ignorância. Outros prefeitos catarinenses também manifestaram críticas à transferência de domicílio eleitoral para São José, cidade com 270 mil habitantes.
A candidatura de Carlos Bolsonaro gerou tensões internas na base bolsonarista em Santa Catarina. Existem relatos de um acordo de chapa envolvendo Caroline De Toni e Esperidião Amin, que acabou atrapalhado pela posição do governador Jorginho Mello, que busca a reeleição e resiste a entregar as vagas apenas a integrantes do PL.
Levantamento recente do Real Time Big Data aponta Carlos na liderança em várias projeções, com Amin e De Toni disputando a vice-presidência. Do outro lado, Décio Lima, do PT, aparece como o concorrente mais competitivo.
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