- Um juiz federal em Washington DC manteve o DHS com o poder de exigir aviso de uma semana para inspeção de instalações de imigração, mesmo após ter bloqueado uma política idêntica no mês anterior.
- Ao mesmo tempo, advogados do Departamento de Justiça solicitaram a um juiz em Minneapolis a continuidade das ações de fiscalização de imigração no estado, em resposta à ação movida por Minnesota questionando a operação.
- O DOJ também informou que está apelando contra a liminar que restringiu táticas agressivas da ICE e de outras agências federais contra manifestantes.
- Em Minnesota, o governador e autoridades locais questionam a atuação federal e o uso da força durante protestos, com ações judiciais buscando encerrar as operações federais no estado; o DOJ chamou a ação de inócua para a lei.
- A juíza Joe Menendez (nome correto: Katherine Menendez) pode realizar nova audiência antes de decidir sobre o mérito da ação, enquanto o DHS informou ter apresentado recurso à oitava turma de apelação.
O DHS pode, novamente, exigir que deputados observem um aviso prévio de uma semana para inspecionar instalações de imigração, conforme decisão de um juiz federal em Washington DC. A medida, porém, não impede ações administrativas já em andamento nos Tribunais. O fallo preserva a exigência mesmo após ter bloqueado uma política idêntica no mês anterior.
Separadamente, o Department of Justice solicitou a um juiz de Minneapolis a continuidade das ações de imigração no estado, em resposta a uma ação movida pelo governo local para encerrar o que chamou de invasão federal. A Justiça também recorreu de uma ordem que restringia táticas de ICE em protestos.
O DOJ indicou que apela a decisão que limitou táticas agressivas contra manifestantes, incluindo uso de spray de pimenta e detenções, conforme divulgado por veículos de imprensa. A juíza Joe Biden nomeou o caso em análise, com possível nova audiência antes de uma decisão final.
Contexto e partes envolvidas
DHS e ICE defendem as ações como aparato de cumprimento da lei federal, enquanto legisladores e autoridades locais contestam a atuação como ultrajante. Democratic Minnesota congress members afirmaram que a fiscalização é essencial para o escrutínio em tempo real das instalações.
No estado, o procurador-geral de Minnesota e as cidades de Minneapolis e St Paul acionaram a Justiça para encerrar as operações federais. Discrepâncias sobre o uso de força e limites legais motivaram as ações judiciais, segundo registros públicos.
A defesa sustenta que a intervenção federal permanece sob a lei e evita interferência de assuntos locais. A administração argumenta que mudanças no financiamento não invalidam a política de supervisão, apontando fontes distintas de verba.
A Justiça informou que pode abrir novas instruções se houver violação de procedimentos ou de prerrogativas congressionais. O caso segue em tramitação, com decisões futuras pendentes de avaliação adicional.
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