- O governo defende o acordo sobre as Ilhas Chagos, afirmando que ele garante as operações da base conjunta EUA-Reino Unido em Diego Garcia por gerações, com salvaguardas para manter suas capacidades e afastar adversários.
- O acordo transferiu a soberania das Ilhas Chagos para Maurício, em troca de manter o uso da base militar por pelo menos mais 99 anos; Donald Trump chamou a decisão de sinal de “fraqueza total” e “grande estupidez”.
- O documento foi bem recebido pelos Estados Unidos, pela Austrália e por outros aliados Five Eyes, além de parceiros internacionais como Índia, Japão e Coreia do Sul.
- Darren Jones, ministro da Casa Civil, minimizou o impacto dos tuítes de Trump e disse que a diplomacia britânica com os EUA continua funcionando.
- A agenda do dia inclui a presidência do gabinete por Keir Starmer, discursos de líderes e ministérios e uma provável declaração sobre a base militar de Diego Garcia no Parlamento.
O governo defendeu o acordo sobre as Ilhas Chagos diante da condenação de Donald Trump. O porta-voz afirmou que o acordo assegura operações da base militar conjunta EUA-Reino Unido em Diego Garcia por gerações, mantendo suas capacidades e afastando adversários.
Segundo a mensagem oficial, o texto foi elogiado pelo governo dos EUA, Austrália e aliados Five Eyes, além de parceiros como Índia, Japão e Coreia do Sul. A versão do governo enfatiza ganhos estratégicos e atendimento a interesses de segurança.
Darren Jones, ministro do Gabinete e secretário-chefe do Primeiro-Ministro, afirmou em entrevistas que a diplomacia britânica com os EUA continua “funcionando”. Em declarações à BBC Breakfast, ele defendeu o acordo sobre Chagos e a continuidade do uso da base.
Questionado sobre o comentário de Trump chamando a decisão de “great stupidity” e “weakness”, Jones disse que houve progresso em aspectos militares, incluindo a Ucrânia, e que a relação com Trump não foi afetada de forma decisiva. A agenda do dia prevê debates sobre o tema no Parlamento.
Reação e próximos passos
O tema também ganha atenção na imprensa europeia, com cobertura sobre o rompimento das relações entre EUA e Europa. O governo britânico mantém o tom de que a negociação evita a perda de acesso a Diego Garcia sob a lei internacional.
Ainda segundo a programação, o dia inclui discursos de líderes britânicos e perguntas ao Foreign Secretary, com o objetivo de esclarecer a posição do Reino Unido sobre soberania de Chagos, transferida para Maurícia em troca de continuidade do uso da base por 99 anos.
Entre na conversa da comunidade