- Patrick Witt, diretor executivo do Conselho de Cripto da Casa Branca, defendeu a aprovação imediata da legislação sobre estrutura de mercado de criptomoedas.
- Ele disse que “nenhuma lei é melhor que uma má lei” por conta de uma administração pró-cripto após a vitória de Donald Trump em 2024.
- A Coinbase retirou o apoio à proposta, alegando que a versão atual contém disposições problemáticas e pode prejudicar a inovação.
- O Comitê de Bancos do Senado adiou a audiência de análise da lei, sem nova data definida, segundo o presidente Tim Scott.
- O presidente do Comitê de Agricultura do Senado, John Boozman, afirmou que há necessidade de mais tempo para finalizar detalhes e obter apoio amplo.
Patrick Witt, diretor executivo do White House President’s Crypto Council, defende a aprovação urgente de uma lei sobre a estrutura do mercado de criptomoedas. Ele argumenta que é necessário um marco regulatório abrangente para um setor avaliado em trilhões de dólares.
Witt contesta a posição de líderes da Coinbase, sugerindo que recursos regulatórios bem desenhados são prioridade. De acordo com ele, a economia cripto não pode operar sem regras claras, especialmente diante de um cenário político favorável à criptografia desde as eleições de 2024.
O executivo destacou, ainda, que há riscos de atraso legislativo que poderiam levar a uma produção de leis punitivas no futuro, caso haja crise econômica. Segundo Witt, uma versão futura do texto poderia ser ainda menos aceitável para o setor.
Impasse e expectativas no Congresso
A demora na tramitação decorre de divergências sobre detalhes do projeto de lei. A Coinbase retirou o apoio à versão em circulação, apontando problemas que poderiam frear a inovação. O fundador da empresa reforçou a necessidade de uma versão melhor do texto.
O Senado adiou a sessão de análise do projeto, sem anúncio de nova data. O presidente do Comitê Bancário, Tim Scott, indicou que ainda não há consenso entre os legisladores. Além disso, o presidente do Comitê de Agricultura, John Boozman, pediu mais tempo para alinhar políticas.
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