- Carlos Bolsonaro (PL) suspendeu sua participação na “caminhada da liberdade” nesta quarta-feira (21) para visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL), no complexo penitenciário da Papudinha.
- A visita ocorreu após a transferência de Bolsonaro para a Papudinha.
- Após o encontro, Carlos criticou o tratamento a Bolsonaro, ao ex-ministro Anderson Torres e ao ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques, dizendo que é “humanamente impossível aceitar isso como normal”.
- Ele retomou a caminhada, mas afirmou que volta a Brasília nesta quinta-feira (22) para “mais um dia vendo meu pai preso”.
- Em tom crítico, ressaltou que não desviou “um centavo dos cofres públicos”, em referência a sua defesa durante a cobrança de responsabilidade.
Carlos Bolsonaro suspendeu a participação na caminhada anunciada como parte da campanha denominada caminhada da liberdade. A decisão ocorreu nesta quarta-feira, 21, para visitar o pai, Jair Bolsonaro, no complexo penitenciário da Papudinha, localizado fora de Brasília.
A visita ocorreu após a transferência de Bolsonaro para a Papudinha. Carlos afirmou que, após a passagem pela prisão, não concorda com o tratamento atribuído ao pai, ao ex-ministro da Justiça Anderson Torres e ao ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques, destacando que não consegue aceitar certas situações.
Visita a Bolsonaro e posicionamento
Carlos Bolsonaro voltou a integrar a caminhada, mas informou que retornará a Brasília nesta quinta-feira, 22, para acompanhar mais um dia de visita ao pai. Ele afirmou que o objetivo é acompanhar a situação de Bolsonaro, mantendo o compromisso com a trajetória política, sem destoar de seus gastos públicos. A ação ocorre em meio a críticas ao que ele descreve como tratamento inadequado, enquanto afirma que não houve desvio de recursos.
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