Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Em recurso, Le Pen nega acusações de desvio envolvendo a UE

Durante o recurso, Le Pen nega uso indevido de verbas da União Europeia; decisão pode definir candidatura de 2027 e renovar ou manter a inelegibilidade

French far-right leader Marine Le Pen, member of parliament from the Rassemblement National (National Rally - RN) party, arrives for a hearing in her appeal trial alongside the RN party itself and 10 others defendants found guilty of diverting European Parliament funds, at the Paris courthouse on the Ile de la Cite, in Paris, France, January 20, 2026. REUTERS/Benoit Tessier
0:00
Carregando...
0:00
  • Marine Le Pen respondeu às perguntas dos juízes em Paris, adotando tom mais contido, e negou irregularidades; continua proibida de ocupar cargo público por conta de condenação relacionada a fundos da União Europeia.
  • Ela e outros foram considerados culpados de apropriação indevida de mais de quatro milhões de euros de recursos da UE, usados para pagar pessoal que trabalhava para o partido.
  • O julgamento pode definir se Le Pen poderá concorrer à eleição presidencial de 2027; a decisão de manter ou aumentar o banimento deve ocorrer até o verão.
  • A candidata contestou a ideia de existir um “sistema” dentro do Rassemblement National para desvio de verbas e atribuiu parte da responsabilidade ao pai, Jean-Marie Le Pen, que liderou o partido até 2014.
  • Caso não possa disputar, o presidente do RN, Jordan Bardella, de 30 anos, pode assumir o papel de candidata alternativa.

O Tribunal de Paris ouve Marine Le Pen em seu recurso, com a líder da direita francesa mantendo tom contido ao responder às perguntas dos juízes. Ela nega qualquer irregularidade após ter sido impedida de ocupar cargos públicos devido à condenação por uso indevido de recursos da UE.

Le Pen, à frente do partido Nacional Rally (RN) há anos, participa de um recurso crucial que pode determinar sua elegibilidade para concorrer à presidência de 2027. A pena de cinco anos de ineligibilidade foi aplicada na prática no ano passado.

Entre 2004 e 2016, juízes concluíram que parte das verbas da União Europeia destinadas ao Parlamento Europeu foi utilizada para pagar funcionários ligados ao RN. A defesa sustenta que não houve um sistema de desvio de recursos.

Respondendo ao juiz Michele Agi, Le Pen reiterou sua defesa e rejeitou a ideia de um esquema organizado na RN para o uso indevido de fundos da UE. Ela destacou que várias pessoas trabalhavam para o partido, sem admitir falhas amplas.

Ela sinalizou que a gestão de pessoal não foi ideal, mas insistiu que todos os envolvidos estavam atuando. A defesa enfatiza que a acusação não comprova um mecanismo central de fraude.

O processo deve se estender até 12 de fevereiro. Caso o veredito oponha nova decisão, um julgamento favorável pode manter a janela para 2027, se a pena for reduzida ou derrubada.

Se Le Pen não puder concorrer, o RN já apontou como possível substituto o presidente do partido, Jordan Bardella, hoje com 30 anos. Bardella aparece como a provável continuidade de lideranças perante o eleitorado.

Fonte: agências internacionais, com cobertura publicada pela Reuters, mantendo o formato informativo e neutro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais