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Funcionário demitido do DHS processa agência após críticas a Noem sobre data

Ex-funcionário do Departamento de Segurança Nacional processa o órgão, alegando violação da Primeira Emenda após crítica a Kristi Noem em encontro particular

Kristi Noem speaks at DHS headquarters in Washington DC on 15 January 2026.
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  • Brandon Wright, ex-funcionário do Departamento de Segurança Interna, processa a agência afirmando que sua demissão violou a Primeira Emenda.
  • O afastamento ocorreu após a divulgação de um vídeo dele criticando a secretária Kristi Noem, gravado durante encontro com alguém no Bumble.
  • O processo afirma que a mulher, identificada como Heidi Doe, trabalhava com James O’Keefe e a O’Keefe Media Group para veicular a gravação.
  • Wright aponta que foi colocado em licença administrativa em janeiro de 2025 e demitido em 8 de janeiro deste ano.
  • A ação cita que o conteúdo viralizou em redes sociais, com a OMG veiculando trechos do vídeo e alegações sobre uma suposta tentativa de silenciar dissidência.

Brandon Wright, ex-funcionário do Departamento de Segurança Interna (DHS), moveu uma ação federal contra a agência, nesta segunda-feira, alegando violação de seus direitos de expressão garantidos pela Primeira Emenda. Wright foi demitido após vídeo divulgado mostrar o funcionário em um encontro casual criticando a chefe do DHS, Kristi Noem.

A ação foi apresentada em Washington, DC, e envolve o DHS, a própria Noem e uma pessoa identificada nos documentos como Heidi Doe. Wright sustenta que a demissão ocorreu por discurso privado e fora de serviço sobre assuntos de interesse público. O processo alega retaliação injusta por expressão protegida.

Segundo a queixa, a repercussão do encontro aconteceu depois que uma mulher gravou a conversa durante o encontro no aplicativo Bumble. O vídeo foi posteriormente divulgado em plataformas sociais com conteúdos de James O’Keefe e da O’Keefe Media Group, que, segundo o processo, teriam orientado o foco da conversa para Noem.

Wright diz ter sido colocado em licença administrativa em janeiro de 2025 e, cerca de duas semanas antes de 8 de janeiro deste ano, foi demitido por supostas condutas inadequadas de federal. O processo cita que a demissão ocorreu após Wright ser alvo de mensagens e threatings de número desconhecido.

A ação sustenta ainda que o conteúdo do vídeo foi gravado sem consentimento e que a divulgação visou prejudicar Wright por opiniões privadas sobre assuntos públicos. O texto afirma que a reinstalação de Wright na agência seria interpretada como sinalização de que é aceitável questionar a autoridade da Secretária, do presidente e da autoridade decisória.

Advogado de destaque, Mark Zaid, afirma que a Primeira Emenda protege o direito de trabalhadores federais a opinar sobre assuntos públicos, mesmo quando emitidos por funcionários do governo. A defesa defende o direito de Wright de expressar críticas sem retaliação governamental.

A DHS não respondeu a pedidos de comentário. Nem O’Keefe nem a OMG aparecem como rés neste processo. O material divulgado e as eventuais ações envolvendo O’Keefe não foram alvo da ação apresentada nesta ocasião.

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