- A Necton Investimentos, do BTG Pactual, contratou o ex-executivo da XP Richard Back para desenvolver um produto de análise política voltado à eleição presidencial de 2026.
- Back iniciou como consultor político nesta semana e atuará ao lado do CEO Marcos Maluf, em cargo de consultor exclusivo.
- A contratação ocorre em meio a um movimento de instituições financeiras no Brasil, que ampliam equipes internas de política para orientar clientes diante de eleições e debates fiscais.
- Back retornou ao setor privado após chefiar o gabinete do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, até o ano passado; na XP liderou pesquisa política e relações governamentais entre 2019 e 2023.
- A BTG Pactual adquiriu a Necton em 2020; a empresa tem cerca de R$ 32 bilhões em ativos sob gestão e mais de 55.000 clientes ativos, segundo o site.
Necton Investimentos, braço de gestão de recursos do BTG Pactual, contratou Richard Back, ex-XP, para desenvolver um produto de análise política voltado à eleição presidencial de 2026. O anúncio foi confirmado nesta semana, com Back atuando como consultor exclusivo para reforçar a cobertura política da firma.
Back iniciou as atividades nesta semana e trabalhará diretamente com o CEO Marcos Maluf. A contratação marca mais uma etapa de fortalecimento das equipes internas de política em instituições financeiras brasileiras, diante de eleições e debates fiscais que influenciam decisões de investimento.
O executivo retorna ao setor privado após chefiar o gabinete do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, até o ano passado. Na XP, dirigiu as áreas de pesquisa política e relações governamentais entre 2019 e 2023.
Contexto do mercado
Banco BTG Pactual adquiriu a Necton em 2020. Atualmente, a empresa afirma ter cerca de R$ 32 bilhões em ativos sob gestão e mais de 55.000 clientes ativos, segundo o site da instituição.
Perfil de Richard Back
Durante sua passagem pela XP, Back coordenou equipes de análise política e de relações governamentais, com atuação voltada a cenários regulatórios, políticas públicas e impactos sobre investimentos.
Esse movimento evidencia a tendência entre instituições financeiras brasileiras de expandir equipes de política para oferecer insights estratégicos aos clientes em um ambiente cada vez mais sensível a decisões públicas.
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