- O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, escolheu Francisco Lucas Costa Veloso para liderar a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
- Costa Veloso é formado em Direito pela Universidade Federal do Piauí, foi procurador do Estado e presidiu a Associação Piauiense dos Procuradores do Estado (APPE).
- Ele comanda a segurança no Piauí desde janeiro de 2023.
- A Senasp fica responsável por formular políticas públicas, diretrizes e ações para a segurança pública no país e pela integração entre as esferas federal, estaduais e municipais.
- A escolha indica foco no Nordeste e em profissionais com experiência no combate a facções; Lula anunciou a mudança no dia 13 de janeiro, substituindo Ricardo Lewandowski.
O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, escolheu o secretário de Segurança Pública do Piauí, Francisco Lucas Costa Veloso, para liderar a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). A nomeação foi anunciada neste mês, como parte da composição do novo governo.
Costa Veloso é formado em Direito pela Universidade Federal do Piauí e já atuou como procurador do Estado. Também presidiu a Associação Piauiense dos Procuradores do Estado (APPE) e está à frente da segurança no Piauí desde janeiro de 2023. A escolha reforça o foco regional na gestão de políticas de segurança.
A Senasp tem como atribuição formular diretrizes e ações para a segurança pública em todo o país, buscando integração entre esferas estaduais e federal. A nomeação aponta para a valorização de profissionais com experiência prática no combate a facções e na gestão pública.
Perfil do indicado
Costa Veloso assume num momento de readequação do ministério e de ênfase em cooperação entre estados. A escolha reforça a pauta de fortalecimento institucional e de articulação com secretarias estaduais para implementação de políticas nacionais.
A decisão foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 13 de janeiro, substituindo Ricardo Lewandowski, que deixou o cargo no dia 8 de janeiro. Lewandowski, natural da Bahia, era advogado-geral da Petrobras antes da saída.
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