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PGR arquiva pedido da oposição para afastar Toffoli do caso Master

PGR arquiva representação da oposição para afastar Dias Toffoli do inquérito do Banco Master, citando atuação regular da Procuradoria e possível conflito de interesse

Gonet arquivou a representação apresentada pela oposição que pedia o afastamento do de Toffoli do caso Master. (Foto: Andressa Anholete/STF)
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  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou a representação da oposição que pedia o afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master.
  • O pedido foi protocolado em dez de dezembro de dois mil e vinte e cinco pelos deputados Adriana Ventura, Carlos Jordy e Caroline de Toni, mencionando a viagem de Toffoli a Lima, no Peru, com o advogado de um dos investigados.
  • Gonet disse que o caso já é objeto de apuração no Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria-Geral da República, não havendo providência a adotar no momento.
  • A oposição mantém a alegação de conflito de interesse, destacando vínculos entre parentes de Toffoli e empresas vinculadas ao Banco Master, em referência a reportagens sobre o tema.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou a representação apresentada pela oposição que pedia o afastamento do ministro Dias Toffoli, do STF, da relatoria do inquérito que investiga o Banco Master. A ação foi protocolada em 10 de dezembro de 2025 pelos deputados Adriana Ventura, Carlos Jordy e Caroline de Toni.

A PGR afirmou que o caso já recebe apuração regular pelas autoridades superiores e não merece medidas adicionais no momento. O episódio envolve a atuação de Toffoli em investigações ligadas ao Master e a viagem do ministro a Lima, no Peru, com um advogado de um dos investigados.

Caroline de Toni defendeu possível conflito de interesse e encaminhou novos argumentos à PGR, sustentando impedimento do ministro. A deputada alegou falta de transparência e vínculos com pessoas da investigação.

Arquivamento da PGR

A oposição reiterou críticas ao suposto conflito, destacando ligações de parentes de Toffoli a empresas associadas ao Master. Segundo reportagens, o Arleen Fundo de Investimentos teria participação em ativos ligados a um resort no Paraná, cuja controladora teve vínculos com o caso.

A reportagem do Estadão aponta que o prédio onde reside a família de Toffoli fica em imóvel de 130 m², ligado à empresa da qual o irmão do ministro figura como diretor. Outros relatos associam o resort a operações com jogos de azar, segundo veículos de imprensa.

Em 2025, a Maridt vendeu suas participações no resort por cerca de 3,5 milhões de reais, encerrando a ligação com o empreendimento. As cotas teriam sido adquiridas pela PHB Holding, ligada ao advogado Paulo Humberto Barbosa.

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