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Lula acusa Master de golpe de R$ 40 bilhões; critica defensores

Em Maceió, Lula afirma que rombo de mais de R$ 40 bilhões do Banco Master será arcado por bancos via Fundo Garantidor de Créditos; critica defensores da instituição

O presidente Lula (PT). Foto: Sérgio Lima/AFP
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  • Em evento em Maceió, Lula classificou o suposto golpe do Banco Master como bilionário, estimando o prejuízo em mais de R$ 40 bilhões.
  • Segundo o presidente, o dinheiro seria pago pelos bancos, via Fundo Garantidor de Créditos, incluindo instituições públicas.
  • Lula citou que há defesa do Banco Master por parte de alguns, sem acusar diretamente o banqueiro, durante a entrega de moradias do programa Minha Casa Minha Vida.
  • As investigações da Polícia Federal apuram fraudes na emissão de títulos sem lastro e promessas de rentabilidade irreais; o caso levou à liquidação extrajudicial do Master e à prisão de seu controlador no fim de 2025.
  • Participaram do ato autoridades locais e federais, incluindo o governador de Alagoas, o prefeito de Maceió, o deputado Arthur Lira e ministros de várias pastas.

Em Maceió (AL), durante a cerimônia de entrega de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o que ele chamou de golpe bilionário envolvendo o Banco Master deve ser pago pelos bancos, via Fundo Garantidor de Créditos. A declaração ocorreu nesta sexta-feira, 23, no estado.

Lula não citou nomes do empresário por trás do banco, mas criticou quem defende a instituição. Segundo o presidente, o prejuízo de mais de 40 bilhões de reais seria arcado pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica Federal e pelo Itaú, entre outras instituições.

As investigações da Polícia Federal apontam fraudes na emissão de títulos sem lastro e promessas de rentabilidade irreais. O caso resultou na liquidação extrajudicial do Master e na prisão do controlador no fim de 2025, além de desdobramentos envolvendo aportes públicos.

Participaram do ato em Maceió o governador de Alagoas, Paulo Dantas; o prefeito da capital, João Henrique Caldas; o deputado federal Arthur Lira; e os ministros Guilherme Boulos, Alexandre Padilha, Rui Costa, Gleisi Hoffmann, Renan Filho e Jader Filho.

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