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Magno Malta não pode visitar Bolsonaro por falta de aval de Moraes

Magno Malta é impedido de visitar Bolsonaro no presídio por não ter autorização do STF; visita exige cadastro prévio e autorização expressa, conforme decisão

Senador Magno Malta (PL-ES), durante a "caminhada da liberdade". (Foto: Vitor Liasch / Gabinete do vereador Lucas Pavanato)
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  • O senador Magno Malta (PL-ES) tentou visitar Jair Bolsonaro no Complexo Penitenciário da Papudinha no último sábado (17), mas foi impedido pelos servidores do 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal por não ter autorização de Alexandre de Moraes.
  • A área foi considerada sensível, e o impedimento ocorreu cerca de meia hora, conforme o ofício enviado ao relator.
  • O documento registra que Malta pediu para filmar e para orar; foi informado que apenas familiares com autorização permanente podem visitar, e que visitas de autoridades dependem de cadastro prévio e autorização do Supremo Tribunal Federal.
  • O ofício afirma que a atuação seguiu os princípios da legalidade, proporcionalidade, razoabilidade, urbanidade, eficiência e neutralidade institucional, sem incidentes ou violação de direitos.
  • Malta participou da “caminhada da liberdade” em cadeira de rodas, iniciada em Paracatu, Minas Gerais, com percurso de 240 quilômetros até Brasília; a ação termina no domingo, 25, na Praça do Cruzeiro.

O senador Magno Malta (PL-ES) foi impedido de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Complexo Penitenciário da Papudinha, no DF, neste sábado (17). A negativa ocorreu porque não havia autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes. A polícia informou que apenas familiares autorizados possuem visitação permanente.

Segundo o documento encaminhado ao relator, a abordagem durou cerca de meia hora. O comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar, Allenson Nascimento Lopes, explicou que a visita precisava de cadastro prévio e de autorização expressa do STF, conforme a decisão na execução penal. Malta não teria esse aval.

Ainda conforme o ofício, Malta questionou se poderia orar por Bolsonaro. Foi comunicado que a assistência religiosa segue a disciplina da decisão judicial, restrita a pessoas, dias e horários autorizados, não havendo autorização para o caso. A atuação foi descrita como alinhada aos princípios constitucionais e à decisão do STF na ação penal.

Participação na caminhada e estado do senador

Malta participou, de cadeira de rodas, da chamada caminhada da liberdade, iniciada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). O trajeto de 240 km saiu de Paracatu (MG) e segue até Brasília, com uma manifestação prevista para a Praça do Cruzeiro neste domingo (25).

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