- A Polícia Militar informou ao ministro Alexandre de Moraes que o senador Magno Malta tentou visitar Jair Bolsonaro na Papudinha em 17 de janeiro sem autorização.
- O comandante explicou que apenas familiares do ex-presidente estavam autorizados a visitas permanentes e que outras visitas precisam de aval prévio de Moraes.
- Malta questionou a possibilidade de fazer uma oração no local, mas a PM disse que o STF já definiu o cronograma de assistência religiosa a Bolsonaro.
- Após cerca de trinta minutos de conversa, o senador deixou o presídio.
- Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado em 2022.
O senador Magno Malta (PL-ES buscou visitar Jair Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, em 17 de janeiro, sem autorização do STF. O objetivo inicial seria realizar uma oração no local, conforme apurado pela Polícia Militar do Distrito Federal. A visita depende de aval prévio do ministro Alexandre de Moraes para qualquer pessoa que não seja familiar.
O comandante do 19º Batalhão da PM, Allenson Nascimento Lopes, informou ao ministro Moraes que Malta foi recebido de forma cordial e avisado de que apenas familiares diretos estão autorizados a visitas permanentes. Lopes destacou que autoridades e outras pessoas precisam de autorização prévia de Moraes para entrar no estabelecimento.
Durante o encontro, Malta questionou a possibilidade de uma oração, mas a PM explicou que já há um cronograma de assistência religiosa definido pelo STF. Após cerca de 30 minutos de contato, o senador deixou a unidade. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado em 2022.
Contexto
A decisão sobre visitas e atividades religiosas no local é regida por deliberações do STF sobre a Papudinha, penitenciária onde Bolsonaro se encontra. A operação foi conduzida pela PM do Distrito Federal, com protocolo de autorização para ingressos de não familiares.
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