- Uma ampla rede de sindicatos, organizações progressistas e líderes religiosos pediu que moradores de Minnesota fiquem longe do trabalho, da escola e de lojas na sexta-feira para protestar contra a atuação do ICE no estado.
- O Serviço de Segurança e Controle de Imigração (ICE) é alvo das manifestações, lideradas pela SEIU (Sindicato dos Trabalhadores de Serviços), que representa quase dois milhões de profissionais.
- Os protestos já ocorrem diariamente desde que Renee Good foi morta durante uma operação do ICE, em onze de janeiro, em Minneapolis e St. Paul.
- A mobilização de sexta-feira foi anunciada como a maior ação coordenada até agora, incluindo uma marcha no centro de Minneapolis, mesmo com o frio extremo previsto.
- O movimento envolve mais de cem grupos, com participação de trabalhadores, comunidades religiosas e organizações de direitos civis.
O movimento de protesto contra a atuação do ICE em Minnesota ganhou força, com mais de 100 grupos, entre sindicatos, organizações progressistas e religiosos, convocando moradores a ficar fora do trabalho, da escola e das lojas na sexta-feira. A mobilização busca pressionar autoridades federais a se manterem afastadas do estado.
A iniciativa é liderada pela SEIU, que representa milhões de trabalhadores de serviço e saúde nos EUA. Representantes afirmam que direitos civis, trabalhistas e imigratórios caminham juntos, destacando tensões com ações federais recentes contra trabalhadores em Minnesota.
As ações planejadas incluem uma grande passeata no centro de Minneapolis. As temperaturas previstas, com céu claro, devem ficar entre recordes de frio, o que aumenta os riscos logísticos para os organizadores e participantes.
Desde 7 de janeiro, quando um agente do ICE feriu mortalmente Renee Good durante uma operação, os protestos diários têm ganhado contorno na região metropolitana de Minneapolis–St. Paul. O objetivo central é pressionar a saída das operações de imigração do estado.
- Desdobramentos políticos e jurídicos têm sido acompanhados em nível nacional, com declarações de lideranças sindicais e críticas a políticas de imigração em diferentes frentes. As informações sobre ações de governos estaduais e federais permanecem em desenvolvimento.
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