- Alex Pretti, de 37 anos, foi morto em confronto com agentes federais de imigração em Minneapolis; ele era cidadão americano e trabalhava como enfermeiro, segundo relatos de colegas.
- Logo após o incidente, a administração Trump e apoiadores difundiram acusações contra Pretti, o qualificando de “terrorista” e “lunático”, sem evidências públicas que as sustentem.
- Vídeos de testemunhas e análises de The New York Times e Bellingcat mostram que Pretti segurava um telefone, não uma arma, quando abordado pelos agentes.
- Autoridades locais disseram haver informações limitadas sobre o que levou ao confronto; o comandante da Border Patrol informou ter uma avaliação completa, enquanto o chefe de polícia de Minneapolis pediu cautela.
- Líderes republicanos e apoiadores criticaram líderes locais, com Trump e outros repetindo narrativas contra a gestão local, enquanto autoridades defendem investigação independente.
O fotógrafo Alex Pretti, de 37 anos, foi morto durante confronto com agentes federais de imigração em Minneapolis, no sábado. Uma autoridade de segurança afirmou que Pretti foi atingido após suposta resistência à desarme e aproximação com arma de fogo.
Pretti era cidadão americano e trabalhava como enfermeiro no Departamento de Assuntos de Veteranos, segundo colegas. Vídeos de testemunhas mostram que ele ajudava uma mulher que havia sido pulverizada com spray de pimenta quando foi contido pelos agentes.
O caso ocorre 17 dias após a morte de Renee Good, mãe de três filhos, também aos 37, em atuação de agentes do ICE. A polícia de Minneapolis informou que ainda não tem todos os elementos para esclarecer o que levou ao confronto.
Desdobramentos e controvérsias iniciais
Greg Bovino, chefe da Border Patrol em Minneapolis, alegou que Pretti se aproximou com uma pistola 9 mm, resistiu à desarmamento e pretendia cometer um ataque a oficiais, o que classificou como legítima defesa. A DHS repetiu essas informações em postagem amplamente compartilhada.
Em paralelo, autoridades locais informaram que a investigação está em andamento e que detalhes do que antecedeu o confronto ainda não foram divulgados. O tom do discurso oficial contrastou com relatos de análises independentes.
Diversos vídeos publicados após o ocorrido mostraram Pretti com um celular na mão, e não com uma arma, segundo análises de veículos jornalísticos independentes. As imagens geraram debates sobre a versão inicial apresentada pelas autoridades.
Reação e contexto público
Alguns apoiadores de posições de políticas de imigração criticaram lideranças locais, enquanto outros discordaram das acusações feitas contra Pretti. O debate público envolveu também figuras públicas ligadas ao governo federal.
O caso segue sob apuração e deve ser alvo de investigações para esclarecer as circunstâncias do disparo e as ações de ambos os lados durante o incidente. autoridades locais disseram que a justiça estadual conduzirá a apuração final.
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