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Autoridades federais mantêm narrativa sobre tiroteio em Minneapolis, video

Vídeos contradizem versão oficial de que Pretti atacou agentes; mostram-no com telefone, não arma, ampliando tensões entre autoridades federais e locais

Makeshift memorial at the site where Alex Pretti was fatally shot by federal immigration agents, in Minneapolis
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  • Em Minneapolis, agentes de imigração abriram fogo contra Alex Pretti, um cidadão americano, em meio a uma operação policial, após ele supostamente agredir e obstruir os agentes; autoridades defendem a ação como legítima em autodefesa.
  • Vídeos obtidos pela Reuters mostram Pretti segurando um telefone, não uma arma, enquanto agentes apartavam pessoas e o cercavam; em determinado momento, um agente retira algo da mão de Pretti antes de atirar.
  • Denúncias oficiais sugerem que Pretti teria impedido a operação policial e se portado de forma agressiva, porém evidências de por perto indicam versão divergente entre autoridades locais e federais.
  • O confronto elevou tensões entre autoridades locais e federais em Minneapolis, já abalada por outras mortes envolvendo agentes federais neste mês; há protestos e pedidos de transparência na investigação.
  • Um juiz federal determinou medidas para preservar evidências, com apreciação de pedidos de autoridades estaduais e locais; protestos continuam em várias cidades e o caso recebe atenção política.

O caso envolve a morte de Alex Pretti, um cidadão americano, após confronto com agentes de imigração em Minneapolis, nos EUA. O episódio ocorreu no fim de semana, durante uma operação federal que resultou na intervenção de várias autoridades. A imprensa descreve a atuação como alvo de debates entre autoridades locais e federais.

No domingo, autoridades do governo de linha Trump defenderam a versão de que Pretti teria efetuado ataques contra os agentes, forçando a equipe a agir em legítima defesa. A defesa destacou que Pretti tinha uma arma licenciada, embora vídeos de testemunhas indiquem outra narrativa.

As imagens do local, verificadas por agências de reportagem, mostram Pretti segurando um telefone e tentando ajudar transeuntes, enquanto agentes recuam e aplicam spray de pimenta. Em seguida, as ações resultam na imobilização de Pretti e, posteriormente, disparos contra suas costas. Não ficou claro no material quem iniciou os disparos.

A prefeitura de Minneapolis reagiu, com o chefe de polícia afirmando que as imagens sugerem outra versão do ocorrido e que não há evidência de que Pretti empunhasse uma arma. As tensões entre autoridades federais e locais aumentaram após incidentes anteriores envolvendo mortes de civis.

Autoridades federais continuam a conduzir a investigação, sem permitir a participação direta de oficiais locais. O caso já provocou manifestações e pedidos de transparência, além de ações legais para preservar evidências e evitar alterações no material recolhido.

A repercussão levou a ações legais, com um juiz impondo ordem temporária para proteção de provas e marcando audiência para a próxima segunda-feira. Advogados de organizações que defendem manifestantes pleiteiam medidas para evitar retaliação de agentes federais.

A prefeitura e a população de Minneapolis permanecem sob observação, com protestos que ganharam apoio em outras cidades. O debate público continua centrado na necessidade de esclarecer as circunstâncias do uso da força e das regras de atuação federal na cidade.

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