- Em 26 de janeiro de 2026, a Casa Branca realizou o primeiro briefing após a morte de Alex Pretti, vítima de tiroteio em Minneapolis.
- A secretária de imprensa, Karoline Leavitt, disse que não ouviu o presidente Biden usar o termo “terrorista doméstico” para descrever Pretti.
- A Polícia de Minneapolis informou que Pretti tinha licença legal para portar arma no momento do tiroteio, que está em apuração.
- O governo acompanha o caso em meio a debates sobre leis de armas e medidas de segurança pública, avaliando propostas legislativas.
- Vídeos de testemunhas e reações públicas são divulgados; autoridades buscam transparência e responsabilização, com o governo monitorando a situação.
O White House manteve o primeiro briefing após a morte de Alex Pretti, atingido por atirador em Minneapolis. O ato ocorreu em 26 de janeiro de 2026, em meio a debates sobre leis de armas e segurança pública. A porta-voz Karoline Leavitt apresentou os pontos iniciais da postura da administração.
Leavitt afirmou que o presidente Biden não utilizou a expressão domestic terrorist para descrever Pretti, o que difere de declarações de outros membros da sua gestão. A fala ocorre em um contexto de discussões contínuas sobre controle de armas.
O chefe de polícia de Minneapolis informou que Pretti possuía permissão legal para portar arma na ocasião. A investigação sobre o episódio segue em andamento, com vídeos de testemunhas e relatos de moradores sendo analisados pelas autoridades.
Atualização sobre investigação
Diversos relatos e imagens vêm surgindo, ampliando o escrutínio sobre os fatos. Autoridades ressaltam a busca por transparência e responsabilização no caso, bem como a necessidade de procedimentos adequados.
A anexação de novas informações levou o governo a manter o monitoramento da situação e a considerar medidas legislativas para reduzir a violência com armas. A administração reiterou o compromisso com a segurança pública.
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