- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou que deixará o cargo até o fim deste mês para se dedicar à campanha de Lula.
- Camilo Santana, ministro da Educação, disse que Haddad não pode colocar um objetivo pessoal acima do “projeto de Brasil” liderado por Lula.
- Há expectativa de que Haddad dispute o governo de São Paulo contra o governador Tarcísio de Freitas, em 2026, conforme apuração de aliados da base.
- Ainda há chance de Geraldo Alckmin seguir na chapa de Lula à reeleição, conforme apurações, mantendo o espaço no palanque paulista.
- Haddad reconhece que a campanha de Lula tende a enfrentar argumentos da direita em segurança pública e defende endurecer leis contra organizações criminosas e ampliar cooperação entre estados.
Haddad, ministro da Fazenda, já confirmou que deixará o cargo até o fim deste mês para se dedicar à campanha de Lula neste terceiro mandato. A decisão ocorreu mesmo com o PT avaliando que o ex-ministro poderia concorrer ao governo de São Paulo, enfrentando a reeleição do governador Tarcísio de Freitas.
Camilo Santana, ministro da Educação e aliado de Haddad, criticou a ideia de o interesse pessoal ofuscar o projeto nacional liderado por Lula. Ao jornal O Globo, ele disse que é preciso cumprir missões do governo, mesmo que isso signifique abrir mão de planos individuais.
Dentro do PT, cresce a expectativa de que Haddad avance para disputar o governo paulista, o que geraria um duelo com o atual governador de São Paulo, do Republicanos. Há ainda a referência de que o vice-presidente Geraldo Alckmin deve permanecer na chapa de Lula.
A çı; não houve confirmação oficial sobre o desfecho da candidatura, mas há relatos de que Haddad pode ser indicado pela presidência durante encontros de fora do país programados para o fim do mês e início de fevereiro, incluindo visitas ao Panamá, Índia e Coreia do Sul.
Camilo Santana afirmou que a decisão de Haddad envolve uma missão maior, ligada ao projeto nacional, independentemente de o resultado eleitoral. O ministro ressaltou que o governo precisa manter foco em ações que reforcem o conjunto de políticas do PT.
Entre as prioridades do governo federal para 2024 estão propostas de segurança pública que devem avançar no Congresso, como uma PEC de segurança e um projeto de lei antifacção. O ministro ressaltou a necessidade de endurecer penas para organizações criminosas e ampliar a coordenação entre estados.
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