- Um raio atingiu apoiadores na Praça do Cruzeiro, em Brasília, onde estava previsto o encerramento do ato de Nikolas Ferreira (PL-MG) neste domingo (25).
- O Corpo de Bombeiros informou que 72 pessoas foram atendidas no local; 42 estão estáveis, conscientes e orientadas, e 30 foram encaminhadas ao Hospital de Base do Distrito Federal ou ao Hospital Regional da Asa Norte. Oito vítimas estavam em condição instável.
- Entre os feridos, houve queimaduras na mão e na região do tórax; o estado de saúde individual não foi detalhado.
- Além do raio, foram registrados torções e episódios de hipertermia atribuídos às condições climáticas; a operação contou com 25 viaturas, sendo 10 Unidades de Resgate.
- A caminhada começou em Paracatu, em Minas Gerais, há mais de 240 quilômetros, com encerramento previsto para Brasília; o ato reuniu apoiadores e políticos ligados ao tema.
Um raio atingiu a proximidade da Praça do Cruzeiro, em Brasília, durante o ato de apoio ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). O evento, marcado para encerrar neste domingo (25), mobilizava apoiadores que percorreram a BR-040 desde Paracatu, em MG.
Segundo o Corpo de Bombeiros, 72 pessoas foram atendidas no local. Destas, 42 estavam estáveis, conscientes e orientadas. Ao todo, 30 feridos foram encaminhados ao HBDF e ao HRAN. Oito apresentavam condições instáveis. Queimaduras na mão e no tórax foram registradas entre alguns feridos.
Além do raio, houve relatos de torções e episódios de hipertermia atribuídos às condições climáticas. A corporação atuou com 25 viaturas, incluindo 10 Unidades de Resgate, para o pronto atendimento às vítimas.
Caminhada rumo a Brasília
A caminhada teve início na segunda-feira (19), partir de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais. O grupo contou com a adesão de parlamentares que apoiam o presidente, além de eleitores do deputado.
O ato, que deveria encerrar na Praça do Cruzeiro neste domingo ao meio-dia, reuniu nomes como Carlos Bolsonaro, Padre Kelmon, Marcos do Val, Zé Trovão, Filipe Barros e Carlos Jordy. O objetivo, segundo o organizador, é contestar decisões do STF sobre os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
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