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Área de resort usada por Toffoli em Tayayá passará por vistoria ambiental

Instituto Água e Terra faz vistoria no Tayayá para licença de operação; prazo de quinze dias para conclusão

Apontada como local de reuniões privadas de Toffoli, área do resort Tayayá passará por vistoria. Licença atual permite apenas obras no local.
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  • O Instituto Água e Terra informou que parte do resort Tayayá passará por vistoria para obtenção da licença de operação, com prazo de até quinze dias.
  • O Tayayá pertence à família do ministro do STF Dias Toffoli; uma das dezoito casas é usada por Toffoli para reuniões particulares, e a área foi erguida sobre terreno destinado à compensação ambiental, com licenças apenas para obras.
  • O IAT afirmou não ter recebido denúncias de operação no local; a vistoria faz parte do licenciamento trifásico, que também envolve licença prévia e licença de instalação.
  • O resort ganhou destaque após Toffoli assumir a relatoria do caso Master; segundo o Estado de S. Paulo, o pastor Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, investiu cerca de R$ 20 milhões no Tayayá por meio de fundo imobiliário.
  • Reportagens da imprensa também mencionaram suposto cassino no local e tratamento diferenciado para Toffoli; o dono do Tayayá disse desconhecer pendências e o espaço está aberto para manifestação.

O IAT (Instituto Água e Terra) informou à Gazeta do Povo que uma parte do resort Tayayá, ligado à família do ministro do STF Dias Toffoli, passará por vistoria para obtenção da licença de operação. O procedimento deve ocorrer nos próximos 15 dias.

A vistoria integra o licenciamento trifásico do empreendimento, que já teve licenças prévia e de instalação aprovadas. A etapa de operação depende de avaliação recente do órgão ambiental paranaense.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, uma das 18 casas do complexo é utilizada por Toffoli para reuniões particulares. A matéria aponta uso do espaço sem licença de funcionamento e em área destinada à compensação ambiental.

O Estado de S Paulo afirmou ainda que o IAT não recebeu denúncias de operação no local. A Gazeta do Povo pediu posicionamentos a partir do Tayayá, ao ministro Toffoli e ao instituto, que ainda não divulgaram respostas.

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