- A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao STF autorização para que o ex-presidente receba assistência religiosa de um padre, Paulo M. Silva, na Papudinha.
- A transferência dele para a Papudinha, no 19º Batalhão da Polícia Militar em Brasília, foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes no dia 15.
- Já estavam autorizadas visitas semanais do bispo Robson Rodovalho e do pastor Thiago Manzoni.
- Os advogados de Bolsonaro pedem a inclusão do padre Paulo na assistência religiosa nos mesmos dias e condições já permitidos.
- Bolsonaro ficou em prisão domiciliar de 4 de agosto a 22 de novembro, depois foi preso preventivamente por tentativa de violar a tornozeleira; a detenção ocorreu no inquérito sobre a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao STF autorização para que o ex-presidente receba assistência religiosa de um padre, Paulo M. Silva. O pedido foi feito nesta segunda-feira (26). A medida visa acompanhar as visitas já permitidas, em especial nas circunstâncias da Papudinha.
No dia 15, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a transferência de Bolsonaro para uma Sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília, conhecido como Papudinha. Também foram liberadas visitas semanais de um bispo e de um pastor.
A defesa atualmente busca incluir o padre Paulo no âmbito da assistência religiosa já deferida, mantendo as mesmas condições e dias autorizados. A solicitação acompanha o histórico de visitas religiosas já previstas.
Contexto: Bolsonaro ficou em prisão domiciliar de 4 de agosto a 22 de novembro, quando foi preso preventivamente por suposta tentativa de violar a tornozeleira com ferro de solda. A detenção ocorreu no inquérito ligado a Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
No dia 25 de novembro, Moraes encerrou a ação penal da suposta tentativa de golpe e determinou o cumprimento imediato da pena de 27 anos e três meses de prisão. A defesa já havia pedido prisão domiciliar humanitária, mas teve as solicitações negadas por Moraes.
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