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Juiz federal rejeita ação do DOJ sobre listas de eleitores de Oregon

Justiça em Oregon rejeita ação do Departamento de Justiça para obter listas de eleitores não redigidas, citando falha em atender o padrão legal

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  • O juiz federal Mustafa Kasubhai rejeitou a ação do Departamento de Justiça que buscava as listas de eleitores de Oregon sem redacção.
  • Oregon pediu o encerramento do caso, e o tribunal aceitou a moção, encerrando a demanda.
  • O DOJ buscava dados detalhados dos eleitores, incluindo nomes, datas de nascimento, endereços, números de carteira de motorista e parte do SSN.
  • A Procuradoria-Geral de Oregon afirmou que o DOJ não tinha base legal para obter as informações; Pam Bondi enviou carta a Tim Walz defendendo acesso às listas para apoiar a lei e a ordem.
  • O DOJ argumentou ter autoridade sob o Civil Rights Act de 1960, mas o juiz afirmou que a carta de Bondi não atendia o requisito de indicar base e propósito.

A juíza federal em Oregon rejeitou a ação do Departamento de Justiça (DOJ) que buscava acesso aos registros eleitorais não暴разados do estado. A decisão encerra mais um capítulo das tentativas da administração de promover o acesso a dados detalhados de eleitores.

A audiência ocorreu nesta segunda-feira. O juiz federal Mustafa Kasubhai informou que iria proferir uma opinião final por escrito nos próximos dias, e o registro atualizado indicou que Oregon teve a ação rejeitada. O estado disse ter cumprido o que era necessário.

Oregon informou que o DOJ não tinha autoridade para exigir a lista. O procurador-geral Dan Rayfield destacou que a decisão protege informações pessoais dos eleitores e impede uso dos padrões de votação como pretexto para coleta de dados sensíveis. O DOJ não comentou.

Desfecho do caso

Kasubhai explicou que a carta de Bondi enviada ao governador de Minnesota não satisfaz o objetivo legal de indicar a finalidade da requisição de dados. O argumento do DOJ de que cabia a autoridade sob a Lei dos Direitos Civis foi considerado insuficiente para justificar a busca de informações de eleitores.

O DOJ buscava dados como nomes, datas de nascimento, endereços, números de motorista e partes de números de Seguro Social. Funcionários estaduais afirmaram que compartilhar tais dados violaria leis de privacidade estaduais e federais, tornando a requisição problemática.

Contexto e próximos passos

O estado de Oregon argumentou que a requisição carecia de base legal clara para o acesso aos dados. Advogados já haviam registrado que o material público poderia ser fornecido, mas não os dados não públicos. A decisão abre caminho para novas interpretações sobre o alcance das solicitações federais.

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