- Um tribunal federal em Minneapolis analisa se o envio de três mil agentes de imigração para Minnesota extrapola a atuação policial e violaria a 10ª emenda, configurando ocupação inconstitucional.
- Minnesota, junto com as cidades de Minneapolis e St. Paul, busca a suspensão imediata da operação Metro Surge, argumentando que ela é invasiva, perigosa e dificulta o trabalho local.
- A ação foi movida após mortes recentes envolvendo agentes federais, incluindo o homicídio de Alex Pretti; vídeos sobre o episódio contestam a versão do Departamento de Segurança Interna.
- A audiência envolve a carta da advogada-geral Pam Bondi, vista como tentativa de coerção que violaria a 10ª emenda; os EUA afirmam tratar-se de enforcing imigratório legal.
- Embora haja poucos precedentes, Illinois já abriu processo similar; a meta dos autores é retornar aos níveis anteriores de efetivo e impor limites à atuação dos agentes.
A corte federal de Minneapolis ouve nesta segunda-feira argumentos sobre se o envio de 3.000 agentes de imigração para Minnesota extrapola a atuação policial e vira ocupação inconstitucional. O caso envolve a gestão de Donald Trump e a continuidade da operação Metro Surge.
A ação foi apresentada pelo estado de Minnesota e pelas cidades de Minneapolis e St Paul. Os advogados argumentam que a presença de agentes fortemente armados é intrusiva demais, representando ocupação ilegal do estado, sob a 10ª emenda.
O objetivo é que a juíza federal indicada por Biden, Kate Menendez, determine a suspensão imediata da operação. Os que movem a ação afirmam que a operação atemoriza moradores, coloca a segurança pública em risco e atrasa o funcionamento de escolas e policiamento local.
O processo ganhou urgência após o tiroteio fatal envolvendo o agente Alex Pretti, um enfermeiro e cidadão americano morto durante suposta filmagem de uma operação de imigração. Vídeos verificados pela imprensa contestam parte da versão do DHS.
A defesa da governança federal nega irregularidades e sustenta que a operação aplica leis de imigração válidas, com prisões de pessoas condenadas por crimes graves. Os advogados afirmam que o governo cumpre promessas eleitorais.
A representante do estado citou uma carta de Pam Bondi, que alega extorsão de autoridades locais e violação da 10ª emenda. O estado sustenta que a carta tenta forçar mudanças de políticas sem decisão judicial adequada.
Comentários de advogados apontam que há precedentes limitados para desafios estaduais a leis federais de imigração pela 10ª emenda. Em Illinois, já houve processo semelhante, sem definição definitiva.
Nesta fase, o foco foi explicar onde o peso recai sobre a consulta judicial: separar pressão legítima de coerção ilegal. O processo não encerra a disputa, apenas busca solução judicial sobre a atuação de 3.000 agentes.
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