- PT no Piauí definiu três prioridades: reeleger o governador Rafael Fonteles, ampliar votos para Lula e impedir a reeleição de Ciro Nogueira ao Senado.
- O partido não lançará candidatura própria ao Senado, apoiando Marcelo Castro (PSD) e Júlio Cesar (MDB).
- A N Real Time Big Data apontou vantagem de Castro (29%), seguido por Júlio Cesar (20%) e Ciro Nogueira (19%).
- Ciro Nogueira intensifica agendas no estado e aproxima-se de prefeitos aliados; em Teresina, já divide palanque com o prefeito Silvio Mendes.
- A orientação petista é cobrar fidelidade partidária e não apoiar Fonteles ou Lula, mantendo votos dentro do grupo para fortalecer a bancada.
O PT no Piauí define a estratégia para o Senado: barrar a reeleição de Ciro Nogueira, ampliar votos para Lula e manter o apoio ao governo estadual. A orientação é evitar apoio a Fonteles ou a Lula caso haja sinal de simpatia por Ciro.
A prioridade de 2026 envolve manter a reeleição do governador Rafael Fonteles? não como alvo principal, mas como alavanca do processo político no estado. Paralelamente, o partido busca ampliar o desempenho de Lula a nível nacional.
A liderança petista aposta em apoiar Marcelo Castro (PSD) e Júlio Cesar (MDB) para as vagas no Senado, não lançando candidatura própria. A decisão visa maximizar a bancada aliada à eleição de interesse do governo.
Estratégia de plausível ganho
A avaliação interna cita vantagem numérica de Castro (29%) e Júlio Cesar (20%) conforme pesquisa da Real Time Big Data divulgada no ano anterior, com Ciro Nogueira em 19%. O desempenho potencial dos aliados preocupa o grupo do PP, que atua com oposição nacional ao PT.
Ciro Nogueira tem intensificado agenda no interior e aproxima-se de prefeitos locais, incluindo apoio a 34 prefeitos do PP no Piauí. Em Teresina, o senador já forma palanque com o prefeito Silvio Mendes (União), eleito em 2024.
Abordagem para o interior
Para enfrentar a capilaridade do adversário, lideranças petistas defendem ampliar a atuação sobre prefeitos aliados do PP. A orientação é não apoiar Fonteles nem Lula de forma a evitar desvio de votos para o antagonista.
A direção do PT enfatiza fidelidade partidária e identifica a necessidade de manter a bancada fortalecida. A prioridade é evitar infidelidade que comprometa o bloco de apoio ao governo na região.
Contexto estratégico
Essa linha busca conter o avanço da direita no Senado, aumentando a coesão entre alianças locais. A aposta é que manter voto somado dentro do grupo fortaleça a posição do governo no parlamento e reduza espaços para manobras contrárias.
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