- A CPI do Crime Organizado, com o relator Alessandro Vieira, afirma que o caso Banco Master tem raízes nos Três Poderes e envolve lavagem de dinheiro e corrupção.
- A comissão prepara requerimentos para quebra de sigilo de empresas e pessoas ligadas a contratos de alto valor com o Banco Master.
- As apurações apontam ligações com familiares de ministros do STF e com escritório de advocacia associado à esposa de Alexandre de Moraes.
- Vieira afirma que houve remessa de mais de 30 milhões de reais para paraísos fiscais e que o Banco Master atuaria como lavanderia de recursos.
- O andamento da CPI continua para apurar a infiltração do crime organizado nos Três Poderes.
O caso Banco Master envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção com ramificações nos Três Poderes, segundo o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira. A declaração foi publicada pelo UOL News, Canal UOL.
Vieira afirma que a comissão prepara requerimentos para quebrar o sigilo de empresas e pessoas ligadas a contratos de alto valor com o Banco Master. Entre os alvos estariam familiares de ministros do STF e escritórios de advocacia ligados à esposa de Alexandre de Moraes.
O senador explica que a investigação deve apurar contratos, transfers e estruturas envolvendo o Master, com foco em possíveis pagamentos de alto volume sem contraprestação. A ideia é mapear toda a relação entre o banco e figuras do Judiciário.
Segundo Vieira, o caso envolve remessas superiores a 30 milhões de reais para paraísos fiscais, associadas ao enfraquecimento de grupos ligados a Dias Toffoli. A CPI busca esclarecer a atuação do que ele classifica como lavanderia financeira.
A CPI do Crime Organizado já trabalha na coleta de dados e na identificação de evidências. Vieira reforça que o objetivo é apurar infiltração do crime organizado nos Três Poderes e apresentar caminhos para a investigação.
O debate sobre o Banco Master ocorre no contexto de debates públicos sobre integridade e fiscalização, com a comissão acompanhando o andamento das apurações. Não houve conclusão sobre responsabilidades até o momento.
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