- Democratas pedem a demissão de Kristi Noem após o assassinato de Alex Pretti em Minneapolis, dizendo que a atuação do Departamento de Segurança Interna precisa de liderança responsável.
- A pressão acompanha a operação da Agência de Imigração e Alfândega (ICE) em Minnesota, que resultou na morte de Pretti e de Renée Good, ambas cidadãs americanas.
- Senadores de diferentes tendências defenderam a remoção de Noem; alguns pedem impeachment e outros cobraram respostas mais contundentes do governo.
- A Câmara dos Representantes já viu apoiadores assinando um pedido de impeachment; o processo envolve artigos apresentados pela deputada Robin Kelly, com apoio de dezenas de democratas.
- A próxima audiência tem Noem marcada para testemunhar no dia 3 de março, enquanto o presidente anunciou que Tom Homan assumirá a operação em Minneapolis, substituindo o atual responsável.
O ativismo político ganhou força na discussão sobre a atuação do Departamento de Segurança Interna (DHS) após o tiroteio em Minneapolis que resultou na morte de Alex Pretti, um enfermeiro VA. Democrats consideram que as ações do ICE e a condução da pasta exigem responsabilização direta da secretária Kristi Noem.
A oposição sustenta que o episódio, somado a intervenções recentes do ICE na maior cidade do estado de Minnesota, demonstra falhas na gestão de Noem. Líderes progressistas e moderados pedem sua remoção, citando riscos à segurança nacional e à integridade do DHS.
John Fetterman, senador de Pennsylvania, pediu publicamente a demissão imediata de Noem. Elizabeth Warren, de Massachusetts, e Jacky Rosen, de Nevada, também criticaram a atuação da secretária e defenderam impeachment caso permaneça no cargo.
Impulso ao impeachment e próximos passos
O Senado registrou a confirmação de que Noem deverá testemunhar diante de comitêJudiciário em 3 de março, o que gerou críticas sobre o momento e a disponibilidade da secretária. O presidente informou que Tom Homan assumirá a liderança de operações na cidade.
Na Câmara, a ideia de impeachment ganhou tração com a introdução de artigos contra Noem. Agressor maior parte dos signatários são democratas, incluindo deputados de distritos considerados battleground. Ainda não houve condenação no Senado.
As informações indicam que o movimento é liderado por democratas que questionam a condução de políticas de fronteira e a atuação de agentes federais, buscando responsabilização política para evitar repetição de incidentes semelhantes.
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