- Flávio Bolsonaro, pré-candidato ao Planalto pelo PL, chamou o presidente Lula de antissemita durante a Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, em Israel.
- O senador afirmou que Lula deixou de condenar o Hamas para atacar Israel e classificou o Brasil como parte de um grupo de países que apoiam o terrorismo.
- Citou Celso Amorim, assessor-chefe da Assessoria Especial do presidente, dizendo que ele escreveu o prefácio de um livro que, segundo ele, aplaude o Hamas.
- Flávio disse que, se eleito, ficará alinhado a Israel e afirmou que o Brasil deve estar ao lado das democracias que lutam contra o terror.
- O senador afirmou que os Estados Unidos criaram um novo modelo de cooperação internacional e disse que, caso haja vitória, o Brasil assinará acordos liderados por Javier Milei em janeiro de 2027.
Durante a Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, em Israel, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) realizou ataques diretos ao presidente Lula e apresentou uma leitura crítica da política externa brasileira. Ele afirmou que Lula demonstra apoio ao Hamas e criticou atitudes que, segundo ele, não condenam o grupo extremista. O evento ocorreu no país anfitrião, com participação de figuras políticas e representantes de comunidades judaicas.
Flávio Bolsonaro afirmou que, caso seja eleito, terá como eixo de atuação o alinhamento com Israel. O senador ressaltou a democracia israelense como modelo e disse que o Brasil deve estreitar laços com esse país, com judeus e democracias que enfrentam o terrorismo. Segundo ele, o Brasil tem uma história de cooperação com Israel e com valores compartilhados, como liberdade e respeito pela vida.
O congressista também citou Celso Amorim, assessor palaciano, e questionou a condução da política externa atual. Além disso, elogiou a atuação dos Estados Unidos na arena internacional e mencionou a influência de Milei na região. Flávio afirmou que, se vitorioso, pretende seguir na mesma linha de acordos regionais iniciada pela Argentina.
Abertura de opções com Estados Unidos e América Latina
Flávio destacou aspectos da cooperação entre EUA e aliados democráticos na região. O senador disse que o Brasil pode participar de um novo modelo de integração diplomática e econômica. Segundo ele, a ideia é ampliar parcerias estratégicas com democracias latino-americanas para enfrentar ameaças comuns.
Compromisso com acordos internacionais
O pré-candidato afirmou que, caso seja presidente, o Brasil deverá assinar acordos com Israel e outras nações conforme moldes defendidos por Milei. A meta é consolidar vínculos diplomáticos, econômicos e institucionais já a partir de 2027, segundo o discurso apresentado na conferência.
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