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Futuro de Bovino fica incerto após recuo da Casa Branca sobre Alex Pretti

Casa Branca recua sobre alegações envolvendo Alex Pretti; a demissão de Gregory Bovino não foi confirmada e cresce a pressão por investigação independente

Gregory Bovino during an Ice operation, in Minneapolis, Minnesota.
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  • Gregory Bovino, comandante da Border Patrol, deve deixar Minneapolis hoje após o assassinato de Alex Pretti, segundo cobertura ao vivo.
  • Pretti é a segunda vítima civil morta por agentes de imigração federais em Minnesota neste mês; câmeras mostram ele sendo alvejado pelas costas, após ser imobilizado por agentes que ele filmava.
  • Houve relatos não confirmados de demissão, mas o Departamento de Segurança Nacional negou a demissão, afirmando que Bovino não foi afastado de suas funções.
  • A chefe de imprensa Karoline Leavitt e outros oficiais recuaram de declarações iniciais; Stephen Miller e Kristi Noem fizeram acusações sobre terrorismo doméstico que foram questionadas por registros públicos.
  • O presidente Donald Trump disse ter tido uma ligação produtiva com o governador Tim Walz e avaliaria a retirada de agentes federais de Minnesota; a Minnesota Bureau of Criminal Apprehension pode conduzir uma investigação independente sobre os tiros, incluindo o caso envolvendo Renee Nicole Good.

Gregory Bovino, oficial da Border Patrol, deve deixar Minneapolis hoje após o assassinato de Alex Pretti, ocorrida no fim de semana. Pretti foi morto por agentes federais de imigração, o que atraiu críticas de democratas e defensores de direitos civis. O caso marca o segundo civil fuzilado pela polícia de imigração na cidade neste mês.

Uma fonte não identificada informou à Reuters que Bovino foi privado do título de comandante de fronteira, mas o Departamento de Segurança Interna DHS rebateu a demissão. O porta-voz Tricia McLaughlin afirmou que o chefe Gregory Bovino NÃO foi afastado de suas funções, repetindo comentários anteriores da Casa Branca.

A Casa Branca recuou de declarações iniciais de altos assessores sobre Pretti. O assessor Stephen Miller chamou a vítima de terrorista doméstico, e Kristi Noem o descreveu como promovendo o que classificou como terrorismo doméstico, acusações que viram desmentidas por imagens de vídeo. As cenas mostraram Pretti sendo atingido por disparos enquanto era derrubado por agentes.

O presidente Donald Trump informou ter mantido uma boa ligação com o governador Tim Walz, que havia criticado a atuação federal. Walz afirmou, em postagem, que a conversa com Trump foi produtiva e que há disposição para revisar a cooperação na apuração. O governo também concordou em discutir com a polícia estadual como a Agência de Investigação Criminal de Minnesota pode conduzir uma apuração independente, incluindo o caso anterior envolvendo Renee Nicole Good.

Desdobramentos institucionais

A administração sinalizou a possibilidade de abrir espaço para uma investigação independente conduzida pela Minnesota Bureau of Criminal Apprehension, com participação de autoridades estaduais, para apurar os disparos envolvendo agentes federais. A medida busca esclarecer as circunstâncias do episódio que resultou na morte de Pretti e de outros civis.

O caso continua sob análise das autoridades locais e federais, com vigilância de memórias legais e de conduta das forças de fronteira. Novos esclarecimentos oficiais são esperados, sem pronomes de opinião ou julgamentos. As informações são coletadas a partir de fontes oficiais e veículos de imprensa.

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