- Moraes arquivou ação movida por Letícia Sallorenzo contra autores da Vaza Toga por falta de provas.
- A acusação dizia haver campanha difamatória e ataques à honra com a tática de “firehosing”.
- O STF acompanhou o parecer do procurador-geral da República e afirmou não haver indícios mínimos de ilícito penal.
- A Vaza Toga é baseada em mensagens de ex-assessores de Alexandre de Moraes; os diálogos indicam possível uso da estrutura do TSE para subsidiar investigações do STF.
- Eduardo Tagliaferro, ex-assessor, figura central nos vazamentos; é réu no STF por violação de sigilo e obstrução de justiça, reside na Itália e há pedido de extradição.
Moraes arquivou ação movida por Letícia Sallorenzo contra autores da Vaza Toga, por falta de provas. A decisão preserva a apuração sob o prisma da Justiça comum para questões de honra. O STF seguiu o parecer do PGR Paulo Gonet.
Letícia Sallorenzo dizia sofrer campanha difamatória, com termos como “bruxa do TSE” e “infiltrada”. A acusação apontava uso de firehosing, técnica de agressivos ataques repetidos para confundir o público.
AÇÕES E ENVOLVIDOS
Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Moraes no TSE, é figura central nos vazamentos. Em mensagens tornadas públicas, ele declara receio de possíveis consequências legais. Tagliaferro é réu no STF por violação de sigilo e obstrução de justiça e vive na Itália, com pedido de extradição brasileiro.
VAZA TOGA E CONTEXTO
A série Vaza Toga envolve mensagens de ex-assessores que sugerem uso do TSE para subsidiar investigações do STF, incluindo o inquérito das fake news, em casos sem relação direta com eleições.
BASE LEGAL E DECISÃO
Moraes explicou que uma investigação criminal requer justa causa, com provas mínimas de crime e autor. Na análise, os fatos apresentados não configuraram ilícito penal apto a abrir inquérito no STF.
Entre na conversa da comunidade