- O compositor Philip Glass retirou a estreia mundial da sinfonia nº 15, intitulada “Lincoln”, do Kennedy Center, em Washington.
- Glass afirmou que, após reflexão, a obra retrata Abraham Lincoln e que os valores do Kennedy Center sob a liderança atual entram em conflito com a mensagem da sinfonia.
- A estreia estava marcada para ocorrer em 12 e 13 de junho.
- A decisão ocorre em meio a turbulência no Kennedy Center, após mudanças na liderança promovidas pelo presidente dos EUA, que mudou o nome da instituição para “Trump-Kennedy Center” em dezembro.
- Críticos e veículos questionam o impacto da gestão de Trump na política cultural, com a imprensa buscando comentários do Kennedy Center.
Philip Glass retirou a estreia mundial de sua sinfonia Lincoln do Kennedy Center, em Washington, DC. O anúncio ocorreu nesta terça, com o compositor alegando conflito entre os valores do centro e a mensagem da obra.
A sinfonia No. 15, dedicada a Abraham Lincoln, era para ser apresentada nos dias 12 e 13 de junho no John F Kennedy Center for the Performing Arts. Glass afirmou que, diante da liderança atual do espaço, não havia condições para manter a apresentação.
A decisão acontece após mudanças na gestão do Kennedy Center iniciadas pela administração de Donald Trump, que incluiu alterações na diretoria e debates sobre a missão da instituição. O中心 também passou por mudanças de nomenclatura e controvérsias associadas às políticas culturais do governo. O Guardian entrou em contato com o Kennedy Center para comentar.
Entre na conversa da comunidade