- O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou nesta terça-feira, 27, que se filia ao PSD, após deixar o União Brasil.
- Caiado disse que chegou a hora de dar um passo adiante e buscar um “projeto de verdadeira mudança” para o país.
- O anúncio contou com a presença dos governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Júnior, do Paraná.
- A Federação União Progressista, que reúne União Brasil e Partido Progressista, tende à neutralidade na eleição presidencial de outubro.
- A prioridade da federação é vencer no Congresso e eleger mais deputados e senadores, não lançar candidato à Presidência no momento.
Ronaldo Caiado anunciou nesta terça-feira, 27, que deixará o União Brasil e se filiará ao PSD. A mudança busca viabilizar o objetivo do governador de Goiás de disputar a Presidência da República. A confirmação veio após a decisão de romper com o antigo partido por resistência à candidatura ao Planalto.
Em declaração publicada nas redes sociais, Caiado agradeceu ao União Brasil pela trajetória, mas disse que é hora de “dar um passo adiante” e que se unem para construir um projeto de mudança para o país. O anúncio ocorreu em meio a articulAções com o PSD.
Ao lado dos governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Jr., do Paraná, Caiado descreveu a filiação como um “gesto de total desprendimento”. Ainda não houve definição sobre quem deverá concorrer ao Planalto pelo novo partido.
Conforme apurado pela CartaCapital, a Federação União Progressista, que reúne União Brasil e PP, tende à neutralidade na eleição presidencial de outubro. A posição majoritária não prevê lançamento de candidato contra o atual presidente Lula.
A federação tem como prioridade vencer no Congresso Nacional, ampliar a bancada de deputados e senadores e não comprometer a estratégia com a corrida presidencial. A definição sobre aliança nacional depende das decisões do PSD e dos demais aliados.
A filiação de Caiado ao PSD reforça o movimento de mudanças de legenda para consolidar apoios políticos em 2026, com foco nas disputas estaduais e no fortalecimento da base do governador em Goiás. O caso envolve, portanto, mapas de alianças regionais e nacionais.
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