Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Caiado deixa o União Brasil e migra para o PSD de Kassab

Caiado deixa União Brasil para o PSD de Kassab, assegurando estrutura e autonomia, com escolha de candidato presidencial por colegiado e apoio mútuo até o segundo turno

Os governadores Eduardo Leite (RS), Ronaldo Caiado (GO), Ratinho Jr. (PR), e o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Foto: Reprodução redes sociais
0:00
Carregando...
0:00
  • O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD, de Gilberto Kassab, fortalecendo o campo da centro-direita para 2026.
  • O acordo garante a Caiado acesso integral à estrutura de financiamento eleitoral do PSD, além de liberdade para montar chapa e costurar alianças regionais sem vetos de federações.
  • A definição da candidatura presidencial será feita por um colegiado do partido, com Kassab, Jorge Bornhausen, Guilherme Afif Domingos e Andrea Matarazzo, evitando prévias abertas.
  • Caiado aposta que, como vice ou candidato competitivo, tem maior capacidade de articulação com partidos médios e pequenos do centro-direita, ampliando chances no primeiro turno.
  • O PSD, com Kassab e os três governadores, reiterou apoio unificado no segundo turno ao candidato da direita que enfrentar o Lula, abrindo espaço para possíveis apoios a Flávio Bolsonaro e sinalizando o início do “pós-bolsonarismo” no espectro político.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD de Gilberto Kassab. A mudança reorganiza a centro-direita para a eleição de 2026, ampliando o grupo de possíveis presidenciáveis da sigla.

No acordo com Kassab, Caiado terá acesso à estrutura de financiamento eleitoral do PSD caso seja candidato à Presidência e poderá montar a chapa e costurar alianças sem restrições de federações ou vetos internos.

Outra peça do acordo prevê que a escolha do candidato será feita por um colegiado interno formado por Kassab, Jorge Bornhausen, Guilherme Afif Domingos e Andrea Matarazzo. A escolha uniria o grupo em torno de um nome comum.

Nos bastidores, Caiado avalia que entra com condições competitivas. O governador tem experiência de gestão e admite maior capilaridade para alianças com partidos médios e pequenos do centro e da centro-direita já no primeiro turno.

Apesar disso, o pacto interno garante unidade: Ratinho Júnior, Eduardo Leite e Caiado permanecerão alinhados até a definição do candidato. Quem for escolhido receberá o apoio dos três.

Perspectiva de segundo turno

Além da disputa interna, Kassab e os governadores sinalizam apoio ao candidato de direita no segundo turno contra Lula. O entendimento abre espaço para eventual apoio a Flávio Bolsonaro, caso avance à etapa decisiva.

Essa estratégia busca evitar isolamento político e mostrar convergência na fase final da eleição, mesmo com a fragmentação no primeiro turno.

O conceito de pós-bolsonarismo

O PSD trabalha a ideia de uma alternativa de centro-direita menos associada à família Bolsonaro. A meta é dialogar com eleitores conservadores, mantendo discurso administrativo moderado.

A filiação de Caiado fortalece o projeto do PSD e amplia o campo de opções da centro-direita em 2026, segundo avaliação interna do partido.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais