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Caiado diz que PSD terá candidato à presidência

PSD confirma candidatura própria à Presidência; Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite aparecem como prováveis cabeças de chapa, alterando o desenho eleitoral de 2026

Ronaldo Caiado, governador de Goiás — Foto: Hellenn Reis/Alego
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  • O governador Ronaldo Caiado confirmou que o PSD terá candidatura própria à Presidência da República.
  • Ele se junta aos governadores Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, na condição de presidenciáveis dentro do partido.
  • A decisão é vista como um gesto de desprendimento e pode alterar o cenário eleitoral de 2026, refletindo mudanças nos palanques estaduais.
  • O objetivo do PSD é se posicionar como alternativa de centro-direita sem Jair Bolsonaro, buscando um caminho pós-bolsonarismo.
  • Caiado informou que o partido lançará um candidato em outubro, independentemente de qual seja o escolhido entre os três nomes.

Ronaldo Caiado confirmou que o PSD terá candidatura própria à Presidência. O governador de Goiás deixou o União Brasil e passou a compor o quadro do novo partido no início do ano eleitoral.

Caiado integra o grupo de presidenciáveis do PSD, ao lado dos governadores Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. A afirmação foi feita em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews.

A decisão, segundo o chefe do governo goiano, decorre da disputa presidencial e representa um gesto de desprendimento entre os três líderes. Ele afirma que não há objetivo pessoal de vencer a qualquer custo.

PSD define candidatura e o cenário nacional

O movimento é visto como uma troca de comando no tabuleiro político de 2026, com ajustes nas articulações em palanques estaduais. O PSD pretende lançar um candidato em outubro, independentemente de outras definições.

Caiado disse que o partido trabalha com a hipótese de uma frente de centro-direita sem o apoio de Bolsonaro, buscando uma alternativa ao bolsonarismo. Três nomes aparecem como potenciais cabeças de chapa.

Desenhos internos e bastidores

A decisão conta com o aval do presidente do PSD e secretário do governo de São Paulo, Kassab. A leitura de bastidores sugere que Kassab aposta na saída de Tarcísio de Freitas da corrida, caso o acordo se confirme.

Se Tarcísio de Freitas for candidato, Kassab manteria apoio a ele. A avaliação de aliados do poder estadual aponta que Kassab não assumiria esse movimento sem indicar uma possibilidade real de mudança no cenário.

Convergência e impactos regionais

A equação envolve também o alinhamento com palanques estaduais, que podem sofrer reconfigurações. O anúncio de Caiado coloca o PSD como peça central na definição de candidaturas proporcionais e nacionais.

A análise política aponta que a formação de uma chapa do PSD pode reconfigurar o equilíbrio entre centro-direita e outras forças, influenciando decisões de alianças e estratégias regionais.

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