- Ronaldo Caiado, recém-filiado ao PSD, afirma que não será candidato a qualquer custo e que respeitará a escolha do partido.
- Caiado migrou do União Brasil, que deve apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto.
- Além de Caiado, o PSD tem governadores como Eduardo Leite (RS) e Ratinho Júnior (PR) na disputa pela candidatura presidencial.
- O governador de Goiás nega ter deixado o União Brasil por divergências sobre Fruto (Flávio) e defende que a direita tenha candidaturas diversas para enfrentar Lula.
- O PSD sinaliza que a escolha não terá prévias nem pesquisas, sendo definida pelo diálogo entre Leite, Caiado e Ratinho Júnior, com condução de Kassab.
Recém-filiado ao PSD para as eleições de outubro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que não disputará a Presidência a qualquer custo e que respeitará a escolha do partido. A declaração ocorreu após a migração ao PSD nesta semana.
Caiado busca concorrer ao Palácio do Planalto, alegando que não encontrou espaço suficiente no União Brasil para esse objetivo. O partido, por sua vez, tem sinalizado apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro, do PL, conforme posicionamentos recentes de lideranças e da executiva da legenda.
A formação da chapa da direita para 2026 é disputada. Além de Caiado, integram o quadro governadores Eduardo Leite, do RS, e Ratinho Junior, do PR, que compartilham a ambição de disputar a vaga. A concordância entre os três ainda não está consolidada.
Caiado diz não ter deixado o União Brasil por divergências sobre o apoio a Flávio Bolsonaro. O governador defende que a direita tenha candidaturas diversas para aumentar as chances de derrota do presidente Lula, caso haja reeleição.
Para o governador, lançar vários nomes da direita é a estratégia mais adequada para enfrentar a máquina do PT. Ele afirmou que não se enquadra na noção de terceira via e sugeriu que a disputa terá frentes distintas dentro da centro-direita.
A escolha do candidato não utilizará prévias nem pesquisas. Os governadores Leite, Caiado e Ratinho Jr afirmaram que a decisão será pelo diálogo dentro do partido, sem realizar consultas públicas.
Leite informou que o PSD não fará prévias nem contratará pesquisas para definir o candidato. O gaúcho também ressaltou que há abertura entre os três governadores para avançar pela via do consenso, com a condução do presidente do partido, Kassab.
Entre na conversa da comunidade