- Congresso retoma atividades na segunda-feira, dia 2, em meio ao caso Master e ao calendário eleitoral, que devem influenciar a agenda.
- O caso Master continua no foco de deputados e senadores, com desdobramentos possíveis no campo judicial e legislativo.
- Os parlamentares já reuniram assinaturas para a criação de três CPIs sobre o Banco Master: uma mista, uma ligada ao Senado e outra à Câmara; instalação depende dos presidentes do Congresso, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta.
- A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado criou um grupo de trabalho sobre o caso Master, com instalação prevista para o dia 4 de fevereiro.
- Sobre a jornada de trabalho, há propostas no Senado e na Câmara para encerrar a escala 6×1; a proposta da CCJ do Senado para 36 horas semanais foi aprovada, mas ainda precisa do plenário, e enfrenta resistência de parlamentares de diferentes frentes.
O Congresso Nacional retoma as atividades na segunda-feira (2), em meio ao avanço das investigações sobre o caso Master e ao início do calendário eleitoral. A pauta deve ser influenciada por esses fatores no primeiro semestre.
Nesta quarta (28), ocorre reunião de líderes da Câmara na residência do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A sessão pauta a articulação para o retorno dos trabalhos.
O caso Master envolve suspeitas de irregularidades com possíveis desdobramentos políticos e institucionais. Deputados e senadores devem manter o tema no centro das atenções, combinando ações no Legislativo e no Judiciário.
Parlamentares da oposição já sinalizam que usarão o tema como instrumento de pressão política. A atuação dependerá de decisões sobre criação e instalação de comissões parlamentares de inquérito.
Mesmo em recesso, líderes articularam assinaturas para três CPIs relacionadas ao Banco Master: uma mista (Câmara e Senado) e outras ligadas a cada Casa. A instalação depende de Alcolumbre e Motta.
Progresso institucional e calendário
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado criou um grupo de trabalho sobre o caso Master, com instalação prevista para 4 de fevereiro, segundo o presidente da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL).
A ideia é ampliar o acompanhamento técnico e ampliar o debate sobre desdobramentos potenciais. O tema pode se desdobrar entre o ambiente jurídico e o legislativo.
Entre os temas de pauta, também ganha força a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1. Propostas para reduzir a jornada para 36 horas semanais já passaram pela CCJ, mas aguardam análise do Plenário.
Diversos parlamentares, de oposição e da base governista, expressam ceticismo quanto aos impactos econômicos de mudanças na jornada. Ainda não há decisão sobre votação nos plenários.
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