- O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, convocou uma reunião com os dez ministros para o dia 12 de fevereiro, para tratar da construção de um código de conduta para os ministros.
- O ambiente entre os ministros é de insatisfação com a conduta de Fachin, considerado por muitos como empurrando um manual ainda desconhecido por eles.
- Ministros comentam a possibilidade de um embate público entre Fachin e outros durante a abertura do ano Judiciário, no dia 2.
- Fachin afirmou que o processo, que está nas mãos de Dias Toffoli, poderia descer à primeira instância da Justiça Federal, o que prejudicou o trabalho de bastidores para que Toffoli decidisse a remessa.
- Diante do clima, houve apelo para que o decano Gilmar Mendes mediase a crise, devido à boa relação com Toffoli e ao apoio da maioria para falar em nome do tribunal com Fachin.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, convocou uma reunião com os dez ministros da corte para o dia 12 de fevereiro. O tema é a construção de um código de conduta para os ministros.
O ambiente na corte é de insatisfação com a condução de Fachin, segundo relatos. Colegas indicam pressão para divulgar um manual ainda não conhecido, cuja linha de atuação tem sido alvo de críticas ao STF.
Há especulações sobre um possível embate público entre Fachin e outros ministros, durante a abertura do ano judiciário, em 2 de fevereiro. O clima interno ainda é de tensão e incerteza sobre os próximos passos.
O decano Gilmar Mendes surge como provável mediador da crise, dada a boa relação com Dias Toffoli e o apoio de parte dos colegas para falar em nome do tribunal com Fachin. A possibilidade de remessa de processos à primeira instância também é discutida.
Contexto interno e expectativa
A reunião marcada para fevereiro visa definir diretrizes do código de conduta, que ainda geram controvérsia entre ministros. A cordialidade pública permanece, mas o tema divide opiniões na corte.
Perspectivas de mediação
Mendes é visto como figura capaz de facilitar o diálogo entre Fachin e Toffoli. O STF busca evitar rupturas institucionais e manter a coesão diante de críticas externas.
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