- A ministra Gleisi Hoffmann afirmou que o presidente Lula não pediu para barrar a convocação de seu filho na CPMI do INSS; disse que tudo deve ser apurado.
- Gleisi destacou que a CPMI deve convocar quem tem relação com descontos associativos e com os consignados, mantendo o foco da investigação.
- A Polícia Federal investiga citações a Lulinha no inquérito sobre desvios no INSS, envolvendo possível atuação como sócio oculto de Antônio Camilo Antunes.
- A defesa de Lulinha negou envolvimento e classificou as citações como ilações, alegando vandalismo político contra o governo.
- No Planalto, a principal preocupação é político: uma possível convocação poderia prejudicar a imagem de Lula no ano eleitoral, enquanto a PF busca demonstrar independência.
O presidente Lula não pediu para a base do governo barrar a convocação de seu filho pela CPMI do INSS, segundo a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais). A afirmação foi feita em um café da manhã com jornalistas.
Gleisi disse que Lula orientou que tudo seja apurado, mas que a CPMI deve convocar apenas quem tenha relação com os descontos associativos. A defesa de Lulinha vê as citações como tentativas de desgaste.
A Polícia Federal investiga se Lulinha atuou como sócio oculto de um empresário ligado ao INSS, por meio de uma amiga em comum. A PF busca esclarecer possíveis desvios envolvendo o tema.
Investigações em curso e foco da CPMI
A acusação envolve citações a Lulinha no inquérito sobre desvios no INSS, com apuração de ligações com o empresário conhecido como Careca do INSS. A defesa nega envolvimento e classifica as informações como ilações.
A gestão federal ressalta que a prioridade é apurar os descontos e os consignados, mantendo o foco institucional. A equipe do Planalto avalia que uma eventual convocação de Lulinha pode impactar a imagem do governo em ano eleitoral.
Lula já havia comentado, em dezembro, sobre a necessidade de investigação de todos os envolvidos, sem especificar pessoas. Auxiliares afirmam que o objetivo é demonstrar independência da Polícia Federal e evitar blindagens.
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