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Gleisi sai da SRI para disputar Senado e cita Olavo Noleto como sucessor

Gleisi deixa a Secretaria de Relações Institucionais para concorrer ao Senado; Olavo Noleto é apontado como seu sucessor natural, segundo ela

Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais — Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • Gleisi Hoffmann deixa o Ministério da Secretaria de Relações Institucionais em março para concorrer ao Senado pelo Paraná.
  • Olavo Noleto, atual secretário-executivo do Conselhão, é apontado como o sucessor natural.
  • A decisão sobre quem assume deve ser anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva; Gleisi afirma que o novo titular precisa dar continuidade aos trabalhos.
  • O Conselhão, vinculado à SRI, reúne ministros, empresários e ativistas para sugerir políticas públicas.
  • A viabilidade eleitoral exige que ministros deixem os cargos até 4 de abril; governo já mobiliza saída de mais de vinte ministros.

A ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), confirmou nesta quarta-feira a opção por Olavo Noleto como seu provável substituto. A justificativa é que ele representa continuidade das ações já desenvolvidas pela pasta.

Gleisi, que deixa o cargo em março para concorrer ao Senado pelo Paraná, destacou que a escolha não caberia antecipação. O presidente Lula deve anunciar o nome que ficará responsável pela articulação política do governo.

A SRI é considerada estratégica por lidar diretamente com parlamentares e propostas de interesse do governo no Congresso. Noleto comanda hoje o Conselhão, grupo que reúne ministros, empresários e ativistas para sugerir políticas públicas.

Noleto já atuou como Secretário-Executivo da SRI, em momentos anteriores, quando Alexandre Padilha ocupava a pasta. O atual secretário-executivo do Conselhão pode assumir a função após a saída de Gleisi.

A saída de Gleisi envolve mais de 20 ministros que devem deixar o governo para disputar eleições neste ano. A legislação eleitoral exige que ministros se afastem até 4 de abril para concorrer.

Caso confirmado, a transição deverá manter o foco da articulação política do governo e a continuidade das ações aprovadas até o momento. A nomeação final depende de decisão presidencial.

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