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Presidente da CPMI do INSS convoca Daniel Vorcaro

Daniel Vorcaro e Luis Félix Cardamone Neto são convocados pela CPMI do INSS para depor em fevereiro, em meio a apurações sobre fraudes contra aposentados

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Foto: Wikimedia Commons
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  • O senador Carlos Viana anunciou a convocação de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para depor na CPMI do INSS no dia 5 de fevereiro.
  • Também foi convocado para depor Luis Félix Cardamone Neto, ex-presidente do Banco BMG.
  • A CPMI afirma que vai adotar todas as medidas legais para esclarecer os fatos diante do povo brasileiro.
  • A convocação e a quebra de sigilos de Vorcaro foram aprovadas em 4 de dezembro; em 12 de janeiro, o ministro Dias Toffoli retirou da CPMI os documentos com dados dos sigilos bancário, fiscal e telemático.
  • Toffoli justificou a medida como cautelar, citando que a decisão que negou a reversão da quebra dos sigilos era liminar.

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), convocou para depor na próxima terça-feira, 5 de fevereiro, os banqueiros Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e Luis Félix Cardamone Neto, ex-presidente do Banco BMG. A reunião ocorre no âmbito da comissão que apura desvios envolvendo o INSS.

A convocação foi anunciada nesta quarta-feira, 28, durante reunião da CPMI. O objetivo é esclarecer fatos relativos a fraudes que atingem aposentados e cobrar explicações sobre operações financeiras envolvendo as instituições citadas, segundo o parlamentar.

A CPMI aprovou, em 4 de dezembro, a quebra de sigilos de Vorcaro. Em 12 de janeiro, o STF, por meio do ministro Dias Toffoli, retirou os documentos de sigilos bancário, fiscal e telemático do empresário do material da comissão. Toffoli justificou a decisão como medida de cautela.

Contexto e desdobramentos

Segundo o presidente da CPMI, o grupo busca assegurar que decisões provisórias não permitam esconder fatos relevantes aos brasileiros. A comissão atua para esclarecer a participação de envolvidos em esquemas envolvendo o INSS. As investigações ainda dependem de novas diligências.

A divulgação de dados sigilosos foi obstaculizada, conforme o STF, por liminar. A tua decisão não afeta a continuação dos trabalhos da CPMI, que permanece focada na obtenção de informações essenciais para o esclarecimento público.

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