- O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), afirmou ao Estúdio i que não há um candidato único do partido, mas sim várias opções, e a escolha será pelo diálogo, não por prévias.
- Com a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o PSD passou a ter três pré-candidatos ao Palácio do Planalto: Caiado, Leite e o governador do Paraná, Ratinho Júnior.
- O objetivo do PSD é se apresentar como uma alternativa de centro-direita sem Jair Bolsonaro, mirando um futuro cenário pós-bolsonarismo.
- A conversa interna no partido é descrita como complexa, porém simples, buscando o entendimento de qual candidatura consegue melhor espaço junto aos eleitores.
- A tendência de composição e palanques estaduais do PSD deve sofrer novas articulations com o aumento de opções de candidatura.
Eduardo Leite afirma que PSD escolherá candidato pela conversa, não por prévias. Em entrevista ao Estúdio i nesta quarta-feira (28), o governador do Rio Grande do Sul sinalizou que há mais de um nome em discussão dentro da sigla.
Segundo Leite, o processo interno é complexo, porém simples na prática: não haverá prévias; a escolha ocorrerá por diálogo e entendimento entre as lideranças sobre quem melhor amplia apoio aos eleitores.
Com a filiação de Ronaldo Caiado ao PSD, na noite de terça-feira, o partido passa a ter três potenciais candidatos ao Planalto: Caiado, Leite e Ratinho Júnior, governador do Paraná.
Cenário no PSD
O PSD busca se posicionar como uma alternativa de centro-direita ao pós-bolsonarismo, articulando palanques estaduais sem depender exclusivamente de um único nome. A composição nacional envolve acordos regionais e alinhamentos com governadores.
Leite já havia comentado em meses anteriores sobre aspectos do comportamento político do núcleo que o cerca, em tom de cautela e alinhamento com a lógica de unidade interna, sem compromissos com posições públicas de confronto.
Entre na conversa da comunidade