- O pastor Silas Malafaia pediu ao Supremo Tribunal Federal rejeitar a denúncia da Procuradoria-Geral da República, que o acusa de calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva.
- A denúncia se baseia em falas proferidas por Malafaia durante uma manifestação pró‑Bolsonaro, em São Paulo, no ano passado.
- Durante o ato, o pastor chamou generais de “frouxos, covardes e omissos” e disse que militares “não honram a farda que vestem”.
- A defesa sustenta que as críticas foram genéricas, não dirigidas a pessoas específicas, não havendo intenção de desonrar a suposta vítima, e afirma que Malafaia se retratou.
- Com a manifestação da defesa, o relator, ministro Alexandre de Moraes, pode definir data para julgar a denúncia contra o pastor.
O pastor Silas Malafaia pediu ao STF a rejeição da denúncia apresentada pela PGR. A acusação o envolve por calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva.
A denúncia foi baseada em falas feitas durante uma manifestação pró-Bolsonaro ocorrida em São Paulo no ano passado. Segundo a PGR, Malafaia ter retratado generais de forma ofensiva, desrespeitando a instituição.
A defesa afirma que as palavras foram críticas genéricas a militares, sem alcançar o comandante específico. Também sustenta que Malafaia não possui foro privilegiado e que houve retratação.
Com o recebimento da manifestação da defesa, o relator, o ministro Alexandre de Moraes, poderá solicitar uma data para o julgamento da denúncia.
A alegação central é que as declarações não tinham o intuito de desonrar a vítima nem de incitar infração ao serviço militar, segundo a defesa. O tema será analisado pelo STF conforme o andamento processual.
Entre na conversa da comunidade