- A saída de Gregory Bovino não interrompe as ações de imigração; operações de ICE continuam em Minneapolis e nas áreas vizinhas.
- Tom Homan, conhecido como “border czar”, assumiu a liderança da operação em Minnesota e se reuniu com o governador Tim Walz e o prefeito Jacob Frey para discutir o andamento.
- Mesmo com promessas de “desescalada”, as ações de ICE persistiram, com registros de novas detenções e presença federal constante em bairros e pontos de ônibus.
- A governadora Walz disse não ter visto sinais de recuo das autoridades, destacando a necessidade de responsabilização pelos incidentes.
- A cidade enfrenta clima de medo, com aulas remotas em alguns distritos, vigilância em rotinas diárias e ataques políticos que acirraram tensões entre apoiadores do governo e residentes locais.
Minneapolis permanece tensa após a morte de Alex Pretti, enfermeiro de UTI de 37 anos, enquanto persistem as operações de imigração conduzidas pela ICE. Mesmo com substituição de um oficial, as ações federais continuam atingindo pessoas sem considerar o status migratório.
Na semana, o presidente dos EUA afirmou ter mantido diálogo com o governador de Minnesota, Tim Walz, e com o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey. Em seguida, Gregory Bovino foi substituído por Tom Homan, conhecido por atuar como “border czar” em administrações anteriores.
Homan reuniu-se com Walz e Frey para discutir a operação de imigração; informou que houve avanço nas conversas, embora as diferenças permaneçam. A Casa Branca não confirmou números de pessoal no terreno, citando segurança operacional.
O governo estadual, representado pelo governador Walz, disse não ter visto sinais de recuo da ICE. Em recente visita ao memorial de Pretti, Walz cobrou responsabilização e mudança de atuação federal. Ele enfatizou a necessidade de transparência e accountability.
Alega-se que, mesmo com declarações de de-escalonamento, as prisões e incursões continuam, afetando comunidades locais. As operações também atingem áreas de Minnesota, com relatos de presença de veículos da ICE em bairros residenciais e pontos de ônibus.
Segundo autoridades locais, 16 pessoas teriam sido detidas por suposta agressão a agentes federais e obstrução, com expectativa de novas prisões. A DHS não informou números de agentes na cidade por questões de segurança operacional.
O clima de medo afeta escolas, comércio e famílias. Brenda Lewis, gerente escolar, afirmou que classes remotas ganham espaço para proteger alunos receosos. A imposição de medidas federais é tema de debate entre gestores e moradores.
Legislação e lideranças enfrentam críticas de ambos os lados do espectro político. Em meio às tensões, partidários e opositores destacam impactos de longo prazo sobre educação, saúde e economia, bem como a sensação de insegurança permanente.
Em Minneapolis, a violência recente elevou preocupações de autoridades locais sobre o efeito prolongado das ações federais; moradores relatam vigilância contínua de veículos da ICE e receio de deslocamentos, especialmente entre comunidades negras e de imigrantes.
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