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Moraes autoriza visita de três senadores a Anderson Torres

Moraes autoriza visitas de três senadores a Anderson Torres e altera dias de visita para detentos sensíveis, buscando segurança e regularidade

Anderson Torres foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro. (Foto: Andre Borges/EFE)
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  • Moraes autorizou a mudança nas datas de visita a Anderson Torres no 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, indo de encontros apenas nas quartas para visitas também aos sábados.
  • As visitas para casos considerados “sensíveis” passarão a ocorrer às quartas e aos sábados, conforme decisão do ministro.
  • Serão permitidas visitas de três senadores a Torres: Izalci Lucas, Eduardo Girão e Damares Alves, em fevereiro, nos horários das 8h às 10h.
  • As filhas de Torres poderão visitá-lo todos os sábados, conforme solicitação da defesa.
  • Torres foi condenado a 24 anos de prisão no núcleo 1, ligado a uma organização criminosa que, segundo acusação, tramou golpe de Estado; é a terceira maior pena do caso.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a mudança nas datas de visitação aos detentos do 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A decisão envolve o caso do ex-ministro Anderson Torres e do ex-presidente Jair Bolsonaro. As visitas aos detentos considerados sensíveis passarão a ocorrer às quartas e aos sábados.

A autorização de Moraes inclui também a permissão para visitas de três senadores ao ex-ministro Torres. Os convidados são Izalci Lucas (PL-DF) no dia 7 de fevereiro, Eduardo Girão (Novo-CE) no dia 11 de fevereiro e Damares Alves (Republicanos-DF) no dia 14 de fevereiro, sempre das 8h às 10h.

As filhas de Torres poderão visitá-lo aos sábados, conforme pedido da defesa do ex-ministro. Moraes destacou que a mudança de dias não configura privilégio, mas uma medida para manter a regularidade das visitas sem intercorrências.

O ex-ministro Anderson Torres foi condenado a 24 anos de prisão em um caso ligado ao núcleo 1, apontado como liderança de uma organização criminosa. A pena está entre as maiores aplicadas no caso, ficando atrás apenas de Bolsonaro e de Braga Netto. Também houve condenação ao almirante Garnier, ex-comandante da Marina.

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