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Moraes nega pedido de visita de Valdemar e Magno Malta a Bolsonaro

Moraes nega visitas de Magno Malta e Valdemar Costa Neto a Bolsonaro; rejeita caminhadas ao ar livre e mantém assistência médica, religiosa e visitas de parlamentares

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na sessão de abertura do julgamento de Bolsonaro e dos outros 7 outros integrantes do 'núcleo 1' da tentativa de golpe de Estado – Foto: Antonio Augusto/STF
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  • Moraes negou os pedidos de visita de Magno Malta e Valdemar Costa Neto ao ex-presidente Jair Bolsonaro; decisão foi publicada em 29.
  • Malta tentou visitar Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, na sexta-feira anterior sem autorização; o ministro citou riscos à disciplina do Batalhão e à segurança do sistema de custódia.
  • Valdemar Costa Neto, presidente do PL, teve o pedido considerado incabível, pois é investigado por participação na tentativa de golpe de Estado.
  • Moraes também rejeitou o pedido para que Bolsonaro fizesse caminhadas ao ar livre, afirmando que ele já recebe assistência médica contínua para avaliações e fisioterapia.
  • Ficou autorizado que Bolsonaro receba assistência religiosa e houve a autorização de visitas de parlamentares em fevereiro: 7 de fevereiro, Gilberto Gomes da Silva; 7 de fevereiro, Hélio Lopes; 14 de fevereiro, Luiz Antonio Nabhan Garcia; 14 de fevereiro, Wilder Morais.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou a visita de Magno Malta e de Valdemar Costa Neto a Jair Bolsonaro, e também rejeitou o pedido para que o ex-capitão fizesse caminhadas ao ar livre. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (29).

Moraes afirmou que a visita de Malta, senador pelo PL-ES, ao ex-presidente preso na Papudinha em Brasília recomenda autorização prévia, sob pena de riscos à disciplina do Batalhão e à segurança do sistema de custódia. No caso de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, o ministro ressaltou que ele é investigado pela participação na tentativa de golpe de Estado, crimes pelos quais Bolsonaro foi condenado, tornando o pedido incabível.

Caminhadas ao ar livre

A defesa de Bolsonaro também teve o pedido rejeitado para permitir caminhadas ao ar livre, com trajetos definidos, alegando recomendação médica. Moraes reiterou que o ex-presidente já recebe assistência de saúde contínua, incluindo avaliações e fisioterapia.

Assistência religiosa e outras visitas

Por fim, Moraes autorizou assistência religiosa de um padre a Bolsonaro e autorizou visitas de parlamentares em datas específicas. As permissões autorizadas são:

  • 7 de fevereiro, 8h-10h: deputado Gilberto Gomes da Silva (PL-PB);
  • 7 de fevereiro, 11h-13h: deputado Hélio Lopes (PL-RJ);
  • 14 de fevereiro, 8h-10h: Luiz Antonio Nabhan Garcia;
  • 14 de fevereiro, 11h-13h: senador Wilder Morais (PL-GO).

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