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PF mira grupo em fraudes em licitações e leilões da Agência de Mineração

PF deflagra a Operação Pedra Turva contra grupo suspeito de fraudes em licitações e leilões da Agência Nacional de Mineração; 15 mandados no DF, GO, MG e PA

PF faz buscas e mira grupo por fraudes em licitações e leilões da Agência de Mineração
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Pedra Turva para desarticular grupo suspeito de fraudes em licitações da Agência Nacional de Mineração (ANM) nesta quinta-feira, vinte e nove.
  • Ao todo, sessenta policias cumpriram quinze mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais e Pará, além de medidas de constrição patrimonial.
  • A investigação apura invasão do Sistema de Oferta Pública e Leilão Eletrônico (SOPLE) da ANM para obter lances antecipados e apresentar propostas mais vantajosas.
  • O esquema também envolveria uso de empresas de fachada para simular competitividade e interposição de pessoas jurídicas para arrematar áreas em favor de terceiros.
  • Os investigados podem responder por frustração do caráter competitivo de licitação, invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 29, a Operação Pedra Turva, para desarticular um grupo suspeito de fraudar licitações e leilões da Agência Nacional de Mineração (ANM). A ação cumpre 15 mandados de busca e apreensão.

Ao todo, cerca de 60 policiais participam das diligências, executadas no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais e Pará. Também foram decretadas medidas de constrição patrimonial contra os investigados.

A investigação aponta que o grupo explorava vulnerabilidades do Sistema de Oferta Pública e Leilão Eletrônico (SOPLE) da ANM para apresentar propostas vantajosas em áreas de pesquisa e lavra mineral.

Investigações e Modus Operandi

Os esquemas incluíam invasão de sistemas da ANM para obter lances de concorrentes de forma antecipada. Também houve uso de empresas de fachada para simular competitividade e interposição de pessoas jurídicas para arrematar áreas para terceiros.

Os suspeitos podem responder por frustração do caráter competitivo de licitação, invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica, conforme apurado pelas investigações da PF até o momento.

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