- Senadores da CPI do Crime Organizado solicitaram a quebra de sigilo bancário e fiscal de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, na manhã de quarta-feira (29).
- A medida foi apresentada pelo senador Randolfe Rodrigues, com o objetivo de aprofundar investigações sobre possíveis irregularidades financeiras envolvendo o casal.
- Viviane Barci de Moraes é empresária, atuando nos setores de imóveis e investimentos financeiros; a CPI apura denúncias de lavagem de dinheiro e corrupção.
- O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, que deverá decidir sobre a medida; até o momento, a esposa do ministro não se pronunciou publicamente.
- A CPI do Crime Organizado segue ouvindo testemunhas e investigando ligações entre políticos, empresários e organizações criminosas, ressaltando a importância da transparência nas investigações.
Na manhã desta quarta-feira (29), os senadores da CPI do Crime Organizado solicitaram a quebra de sigilo bancário e fiscal de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. A medida visa aprofundar investigações sobre possíveis irregularidades financeiras relacionadas ao casal.
O pedido foi apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que ressaltou a necessidade de transparência. A CPI busca esclarecer movimentações que possam ter relação com atividades ilícitas. Viviane Moraes é empresária nos setores imobiliário e financeiro.
A solicitação foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, que deverá decidir sobre o tema. A empresária ainda não se manifestou oficialmente. A CPI segue ouvindo testemunhas e investigando ligações entre políticos, empresários e organizações criminosas.
Sigilo bancário e fiscal
A quebra de sigilo pretende acessar as movimentações financeiras da empresária. O objetivo é verificar indícios que sustentem as apurações da CPI sobre lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o crime organizado.
Contexto da CPI do Crime Organizado
A comissão investiga denúncias de atividades ilícitas ligadas a figuras públicas e empresários. Busca esclarecer conexões entre agentes públicos e organizações criminosas no país.
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