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Supremo defende fim de cotas por maioria branca; PGR pede suspensão

Santa Catarina, com 81,5% de brancos segundo o IBGE, defende fim de cotas em universidades; STF analisa; PGR recomenda suspensão por efeitos irreversíveis

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL)
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  • O governo de Santa Catarina alegou ao STF que o estado é o “mais branco” do país para justificar a proibição de cotas raciais em universidades catarinenses.
  • A PGR (Procuradoria-Geral da República) também pediu a suspensão da lei, afirmando que ela pode gerar efeitos irreversíveis ou de difícil reversão.
  • O estado afirmou que a análise de constitucionalidade da lei não deve ser feita de forma isolada, destacando um conjunto de políticas públicas voltadas ao acesso à educação superior.
  • Dados do IBGE de 2021 indicam que 81,5% da população de Santa Catarina se declara branca.
  • A decisão já resultou em suspensão provisória da lei pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, após o prazo de 48 horas estipulado pelo ministro do STF Gilmar Mendes para apresentação de explicações.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, do PL, afirmou ao STF que o estado é o mais branco do país para defender a proibição de cotas raciais em universidades catarinenses. A speech ocorreu no contexto de análise da constitucionalidade da lei.

Segundo a Procuradoria-Geral do Estado, Santa Catarina possui um conjunto de políticas públicas voltadas ao acesso à educação superior. Dados do IBGE de 2021 indicam que 81,5% da população no estado se declara branca.

A declaração acontece após o ministro Gilmar Mendes exigir explicações em 48 horas sobre a norma. A lei, por ora, está suspensa provisoriamente pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

PGR recomenda suspensão da lei

A Procuradoria-Geral da República também se manifestou ao STF, propondo a suspensão da lei com urgência. A PGR argumenta que a norma pode gerar efeitos jurídicos irreversíveis ou de difícil reverter.

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