- O bispo Robson Rodovalho visitou Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira, na Papudinha, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF).
- Rodovalho disse que Bolsonaro está abatido, tem dificuldades para dormir e se alimentar, e depende de medicação para dormir.
- O estado atual inclui soluços persistentes; o bispo informou que não há solução imediata para esse quadro.
- A visita teve grande parte de conteúdo religioso, com leituras de salmos, anotações na Bíblia e momento de oração; Bolsonaro participou.
- Rodovalho pretende retornar na próxima semana para dar continuidade à assistência espiritual.
O bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira na Papuda. Ele afirmou que Bolsonaro está abatido, com dificuldades para dormir e se alimentar, e que depende de medicação para dormir. A visita contou com autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e deve ser repetida na próxima semana.
Rodovalho descreveu um espaço dentro da unidade simples, com alguma liberdade para circular pelo pátio. O médico e o advogado de Bolsonaro acompanharam a situação, especialmente o quadro de soluços, que, segundo o bispo, não tem solução imediata.
O líder religioso disse ter defendido junto à equipe médica e à defesa um tratamento mais intensivo, especialmente para manter uma alimentação estável. Bolsonaro estaria sob tratamento que inclui medicação para dormir e tratamento de saúde contínuo, conforme Relato do visitante.
Durante a visita, as conversas tiveram cunho religioso, com leituras bíblicas, principalmente de salmos, e anotações na Bíblia do ex-presidente. Rodovalho afirmou que a mensagem central foi de resistência diante da adversidade, destacando que o momento não deve definir o legado de Bolsonaro.
Ao final, Bolsonaro reagiu de forma positiva, participou das leituras e de um momento de oração. Ambos cantaram a música Deus está aqui, reforçando que o ex-presidente não está isolado. Rodovalho informou que voltará na próxima semana para dar continuidade à assistência espiritual.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação pelo STF por suposta liderança de tentativa de golpe após as eleições de 2022. A defesa tem feito pedidos de prisão domiciliar sob alegação de condições de saúde que justificariam a liberação.
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