- A abertura dos trabalhos de 2026 no Supremo Tribunal Federal será na próxima segunda-feira, dia 2, com a presença de Lula, do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
- Também confirmarão presença o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o presidente do Conselho Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Beto Simonetti.
- O advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula para o STF, acompanhará a sessão solene.
- A relação de Messias com o Congresso melhorou após a virada do ano, o que aponta para menor constrangimento no encontro com Alcolumbre.
- Os presidentes da Câmara e do Senado não participaram do ato realizado em 8 de janeiro no Palácio do Planalto para lembrar os atos de 2023; na ocasião, Lula vetou o PL da Dosimetria.
A abertura dos trabalhos de 2026 no Supremo Tribunal Federal, marcada para a próxima segunda-feira, 2, reunirá o presidente Lula, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A sessão ocorrerá no STF, com a participação de autoridades de todos os Poderes. O encontro ocorre em meio à crise envolvendo o Banco Master.
Além de Lula, confirmaram presença Paulo Gonet, procurador-geral da República, e Beto Simonetti, presidente do Conselho Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil. O advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula, acompanhará a sessão solene, em sinal de normalização nas relações com o Congresso.
A presença de Messias é vista como um passo para reduzir constrangimentos no encontro com Alcolumbre, diante de mudanças recentes nas relações entre o Planalto e o Poder Legislativo. O evento destaca a interlocução entre Executivo e Legislativo em um momento de tensão política.
Observa-se que Motta e Alcolumbre não compareceram a ato no Palácio do Planalto em 8 de janeiro, dedicado aos atos de 2023. Na ocasião, Lula vetou o PL da Dosimetria, que previa reduzir penas de condenados pela invasão de sedes dos Poderes. A ausência não está sendo repetida no atual contexto.
O debate sobre o Banco Master permanece como pano de fundo do tema institucional, influenciando o tom do encontro entre as chefias dos três Poderes. O STF continua funcionando como polo central de decisões que afetam o equilíbrio institucional nacional.
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